sábado, 21 de julho de 2007

Cúpula pq?

Cúpula pq?

Cúpula PQ ? PQ SERÁ?

ALGUÉM RESPONDE?

PAULO VASCO
Brasil quer reforçar laços com UE sem esquecer do Mercosul
Publicado em 01.07.2007, às 13h38


O Brasil espera da sua primeira Cúpula com a UE uma maior aproximação entre os "blocos" latino-americano (Mercosul) e europeu, bem como uma saída para o fracasso das últimas negociações para a liberalização do comércio mundial.

O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, disse à Agência Lusa que o fiasco da reunião de Potsdam, Alemanha, sobre a Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), tornou ainda mais importante esta cúpula, que acontece na quarta-feira, em Lisboa, e que lançará as bases de uma Parceria Estratégica entre a União Européia (UE) e o Brasil.

"Este será um dos temas da cúpula e nós vamos procurar maneira de nos aproximar. Penso que se poderá avançar mais", disse Amorim em entrevista exclusiva à Lusa.

Em 21 de junho, Brasil e Índia se retiraram das negociações com os EUA e a UE sobre a Rodada de Doha, em Potsdam, diante da relutância dos países mais ricos em cortar as ajudas aos seus agricultores, as quais comprometem a capacidade de concorrência externa dos setores agrícolas das economias em desenvolvimento e emergentes.

Mas o governo brasileiro ainda acredita que Doha pode ser salva e vai apostar tudo no diálogo em Lisboa com os europeus.

"Tanto um lado como o outro não querem que a Rodada de Doha termine em fracasso. Isso significaria três ou quatro anos a mais para que outra alternativa fosse tentada", afirmou à Agência Lusa o analista político David Fleischer, professor da Universidade de Brasília (UnB).

Na opinião de Fleischer, UE e Brasil são os dois principais atores das negociações comerciais internacionais que mais querem uma solução para a Rodada de Doha.

"Doha está agonizando, mas ainda não morreu. E os Estados Unidos têm a mão e o pé quebrados a nível da OMC, pois dependem de negociações para alterar a farm bill (lei agrícola norte-americana) no Congresso. Daí a importância do diálogo com os europeus", disse o analista.

Fleischer considera, no entanto, que o Brasil está com a liderança no G-20 enfraquecida por causa da desunião dentro desse grupo de países em desenvolvimento.

"Dá até para suspeitar que os Estados Unidos estão por trás dessa desunião do G-20. Afinal, vários países latino-americanos já assinaram acordos de livre comércio com


O Brasil espera da sua primeira Cúpula com a UE uma maior aproximação entre os "blocos" latino-americano (Mercosul) e europeu, bem como uma saída para o fracasso das últimas negociações para a liberalização do comércio mundial.

O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, disse à Agência Lusa que o fiasco da reunião de Potsdam, Alemanha, sobre a Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), tornou ainda mais importante esta cúpula, que acontece na quarta-feira, em Lisboa, e que lançará as bases de uma Parceria Estratégica entre a União Européia (UE) e o Brasil.

"Este será um dos temas da cúpula e nós vamos procurar maneira de nos aproximar. Penso que se poderá avançar mais", disse Amorim em entrevista exclusiva à Lusa.

Em 21 de junho, Brasil e Índia se retiraram das negociações com os EUA e a UE sobre a Rodada de Doha, em Potsdam, diante da relutância dos países mais ricos em cortar as ajudas aos seus agricultores, as quais comprometem a capacidade de concorrência externa dos setores agrícolas das economias em desenvolvimento e emergentes.

Mas o governo brasileiro ainda acredita que Doha pode ser salva e vai apostar tudo no diálogo em Lisboa com os europeus.

"Tanto um lado como o outro não querem que a Rodada de Doha termine em fracasso. Isso significaria três ou quatro anos a mais para que outra alternativa fosse tentada", afirmou à Agência Lusa o analista político David Fleischer, professor da Universidade de Brasília (UnB).

Na opinião de Fleischer, UE e Brasil são os dois principais atores das negociações comerciais internacionais que mais querem uma solução para a Rodada de Doha.

"Doha está agonizando, mas ainda não morreu. E os Estados Unidos têm a mão e o pé quebrados a nível da OMC, pois dependem de negociações para alterar a farm bill (lei agrícola norte-americana) no Congresso. Daí a importância do diálogo com os europeus", disse o analista.

Fleischer considera, no entanto, que o Brasil está com a liderança no G-20 enfraquecida por causa da desunião dentro desse grupo de países em desenvolvimento.

"Dá até para suspeitar que os Estados Unidos estão por trás dessa desunião do G-20. Afinal, vários países latino-americanos já assinaram acordos de livre comércio com




postado por paulo alexandre cordeiro de vasconcelos as 03:28:47 2 comentários




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