sexta-feira, 25 de abril de 2008

Com novos softwares, Microsoft e Google levam rivalidade até o espaço

A Marca Google anda forte e Líder, quemd iria, que negócios de Meninos superaria marcas de alta potência como a Coca-cola.
P a c v


Marcello Póvoa
Convergência
Imprimir Enviar A força de uma marca na internet
21 de junho de 2004, 0:00

Por dois anos consecutivos o Google é eleito o brand de maior impacto mundial.
Por Marcello Póvoa

No topo do mundo
A empresa Interbrand publica anualmente o ranking dos “Top Global Brands”, ou sejam, os brands de maior impacto durante o ano. Nesta seleção entram marcas de empresas presentes em qualquer indústria. É importante notar que no ranking não estão necessariamente as marcas mais reconhecidos a nível mundial. Se o critério fosse puro reconhecimento, dificilmente um brand como Coca-Cola seria ultrapassado na lista.

O processo de seleção da Interbrand tem como objetivo determinar quais brands tiveram maior impacto na percepção do consumidor nos últimos doze meses. Os consumidores determinam quais produtos foram mais usados e consequentemente geraram mais força para seus respectivos brands. Com este critério, a marca Google bateu todas as marcas “off-line” (incluindo Apple, Samsung e a própria Coca-Cola ), e é o numero 1 do ranking de “Top Global Brands” por dois anos consecutivos.

Sucesso não é somente sorte
O Google e seu fantástico algoritmo geraram um serviço de busca revolucionário, trazendo resultados com um filtro de relevância incrivelmente eficiente. Uma interface franciscana, extremamente fácil de usar faz do site Google uma ferramenta indispensável para qualquer pessoa em busca de informação… e quem não está?

Trata-se - naturalmente - de um grande produto quanto à diferenciação competitiva perante seus concorrentes. No entanto, somente o quesito qualidade não é suficiente para o sucesso. A percepção deste produto na mente do consumidor foi sempre muito bem gerenciada pela equipe Google. E, muito importante notar: percepção é realidade. Ou seja, a realidade é uma conseqüência do que percebemos em nossa volta. Justamente nesta percepção dos atributos de um serviço/produto é que está o “brand” deste.

Um brand bem gerenciado tem certamente a identidade visual e nome do produto criativamente definidos. Porém, uma estratégia sólida de branding consiste em muito mais do que somente aspectos tangíveis (nome, cor, tipografia, logo etc.). Um brand poderoso como o Google consegue encrustar atributos intangíveis no cérebro do consumidor: confiança, eficiência, qualidade e utilidade, por exemplo.

O competente trabalho de branding associado a um produto “matador” fez do Google líder no segmento com 70% do mercado global, o que significa que sete entre dez pessoas que procuram informação na internet clicam no Google. Todos estes resultados são excelentes fundamentos para o tão esperado lançamento de ações no mercado primário pela empresa. O IPO do Google será o primeiro em grande escala depois do estouro da bolha.

Uma nova fase da mídia interativa
Muito mais do que uma captação de recursos para a empresa, o IPO do Google poderá representar a volta da confiança do mercado financeiro na internet. Uma credibilidade certamente sem o otimismo descontrolado que ocorreu durante a bolha, mas também sem o injusto pessimismo que se projetou sobre tantas empresas sérias durante o período pós–bolha. Inquestionavelmente existiu especulação e aproveitadores na super escalada da internet durante a virada do milênio. Mas também, existiram (e existem) pessoas e empresas sérias e muitas vezes verdadeiramente visionárias. Muitas destas visões começam a mostrar resultados financeiros notáveis no mercado (Yahoo, Expedia, Amazon, entre outras).

Em paralelo, o uso da mídia interativa no mundo corporativo (internet, intranets, extranets) mostra–se altamente eficiente e conseqüentemente um catalisador de receitas e redutor de custos. A noção de empresa “em rede” é inevitável. Seja como canal de vendas, gestão do conhecimento ou simples comunicação institucional, a mídia interativa torna–se parte inerente do negócio - o que caracteriza uma oportunidade para as empresas de serviços no Brasil e no exterior.

Não estamos ainda nem nos dez minutos do primeiro tempo. O jogo esta apenas começando…[Webinsider]

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by uol




Com novos softwares, Microsoft e Google levam rivalidade até o espaço

Agência EFE




WASHINGTON - Os gigantes tecnológicos Microsoft e Google levarão em breve sua rivalidade para além da internet, até um lugar sem limites: o espaço.


As duas empresas começaram sua corrida espacial particular com dois serviços semelhantes que aproximam galáxias e planetas dos internautas graças a alguns dos mais avançados telescópios e satélites do mundo.


A Microsoft pretende lançar ainda este semestre um serviço chamado WorldWide Telescope, um telescópio virtual que mostrará 1,2 milhão de galáxias - mais de 2 bilhões em um futuro próximo - aos usuários do Windows.


Já a Google apresentou em agosto o Sky, um serviço semelhante a sua ferramenta Google Earth mas com imagens do espaço acessadas diretamente da internet sem necessidade de instalar nenhum programa.


Ambos permitem ao usuário navegar livre e gratuitamente pelos céus e se baseiam em dados fornecidos por telescópios e satélites como o Hubble e o Spitzer Infrared.


- A Microsoft lançará o WorldWide Telescope como uma ferramenta gratuita para a comunidade educativa e astronômica com a esperança de inspirar as pessoas a explorarem e entenderem o Universo como nunca fizeram antes - afirma o gigante dos softwares.


O projeto é dedicado à memória do cientista americano Jim Gray, membro da Microsoft Research, que faleceu no ano passado enquanto navegava em um veleiro perto de San Francisco.


Como os demais serviços do Google, o Sky é gratuito para o usuário, mas, neste caso, sequer inclui anúncios publicitários - pelo menos por enquanto.


Alinhados com este espírito altruísta, os dois grupos tecnológicos deixaram de lado o belicismo nesta guerra nas estrelas particular e não descartam inclusive uma cooperação no futuro.


Segundo o jornal "The Washington Post", os dois programas poderão ser compatíveis algum dia.


- Se existe uma coisa universal, é o céu e o espaço - disse Lior Ron, gerente de produto do Google Sky, ao jornal americano.


No entanto, as duas ferramentas apresentam diferenças e são fruto de processos muito diferentes.


O Google Sky nasceu quase como um hobby nos 20% de tempo de trabalho os quais a empresa permite que seus empregados se dediquem a idéias próprias. Algumas delas, como o serviço de e-mail Gmail, se transformaram em grandes sucessos.


O serviço é fácil de utilizar, embora a qualidade das imagens ainda seja melhorável em alguns casos, e os usuários podem inserir informação adicional como ocorre no Google Earth e no Google Maps.


O navegante espacial pode aplicar o zoom sobre as fotos, ouvir podcasts sobre os objetos celestes ou pesquisar dados, como quanto tempo levaria para viajar da Terra a qualquer ponto do universo.


Já o WorldWide Telescope foi desenvolvido por alguns dos principais engenheiros da Microsoft e está orientado tanto aos usuários particulares quanto à comunidade científica.


O grupo estuda lançar, inclusive, uma versão para profissionais.


Uma das principais características do WorldWide Telescope adiantadas pela imprensa americana é que permitirá criar visitas guiadas por determinadas partes do céu.


Os usuários poderão inserir comentários, música e compartilhar estas viagens multimídia com outros fãs da astronomia.

[ 10:12 ] 22/04/2008

by jb e terra

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