quarta-feira, 2 de julho de 2008

Escassez de mão-de-obra qualificada ameaça crescimento do Brasil, escreve o The New York Times

O ¨desarranjo ¨da educação ,como cita o jornal americano, no Brasil é um raio x da verdade educacional brasileira, vievemos ao descaso com a mesma aonde ela cumpre o papel de mero ritual de passagem sem nenhum comprometimento com a sua eficácia, técnica e de preparação de conteúdo para o futuro nem para o presente. O grau do analfabetismo funcional é grande.Isto nos fazer subtermos a tempos menores na Economia.Precisamos acordar e ver que Economia não se faz com o desperezo a educação nacional em todos os niveis , nao estou aqui falando apenas do ensino fundamental, , mas do médio e do Unversitário.As universidades é um braço do capitalismo em expansão com investimentos internacionais pesados, aqui dentro, e atentos ao lucro e não mais a contéudos .paulo a cv
Escassez de mão-de-obra qualificada ameaça crescimento do Brasil, escreve o The New York Times
Da Redação
A falta de mão-de-obra qualificada é um fator que ameaça o crescimento do Brasil, destaca o jornal norte-americano The New York Times desta quarta-feira (clique aqui e leia o texto na íntegra). A reportagem "Procuram-se trabalhadores qualificados para a economia em crescimento no Brasil" lembra a projeção de crescimento proposta pelo governo Lula de 5% daqui até 2010, e entre 3% e 4% ao ano na década seguinte.

Porém, o país deve enfrentar a escassez de mão-de-obra altamente qualificada, particularmente engenheiros e técnicos profissionais, para atingir tal meta. "A falta de engenheiros de construção ameaça projetos de infra-estrutura; áreas como bancos, fabricação de aviões, petroquímica e metalurgia estão todas competindo pelos mesmos graduados de destaque. Nos setores de gás e petróleo que passam por um boom, as empresas estão recorrendo a mão-de-obra estrangeira porque não há brasileiros qualificados o suficiente", escreve o NYT.

Um estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria apontou que mais da metade das 1.715 empresas industriais pesquisadas não conseguiam encontrar os trabalhadores qualificados que precisavam.

Isso tem feito com que empresas invistam no ramo de educação e treinamento para seus funcionários.

Na questão da educação, o jornal diz que o "sistema educacional do Brasil está em desarranjo". "Nos testes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico de desempenho acadêmico, realizados a cada três anos entre jovens de 15 anos de 57 países, os estudantes brasileiros ficaram na quarta pior colocação em ciências e na terceira pior em matemática", destaca o NYT.

Segundo um estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o trabalhador médio brasileiro possui seis anos de escolaridade, em comparação a 10 anos na Coréia do Sul, 11 anos no Japão e 12 anos nos Estados Unidos e Europa.

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