terça-feira, 13 de outubro de 2009

12-10-2009 - 16:13h Simplificação das redes passa pela inteligência artificial

O responsável pela investigação nos Laboratórios Bell, Gee Rittenhouse, disse esta segunda-feira à agência Lusa que a principal aposta nos próximos anos passa por reduzir a complexidade das redes tecnológicas com recurso a inteligência artificial, avança a Lusa.
Com a atribuição do Prémio Nobel da Física 2009 a dois investigadores reformados dos Bell Labs - Willard Boyle e George Smith - juntamente com um terceiro cientista, por trabalhos no domínio da fibra óptica e semicondutores, são já sete os prémios Nobel atribuídos a esta instituição privada de investigação, considerada uma das mais prestigiadas do mundo e principal fonte de novas tecnologias na área das comunicações.

«Há muitos problemas complexos por resolver, desafios que, sobretudo, no mundo das comunicações, levam a perguntas difíceis sobre os limites da tecnologia e da comunicação, que têm de ser respondidas», realçou.

«O objectivo é tornar as redes mais inteligentes para que estas se consigam adaptar às mudanças dos nossos tempos. Há muitas oportunidades na área da inteligência artificial, tanto ao nível das contribuições científicas, como na resolução de problemas elementares para a indústria das comunicações», afirmou Rittenhouse.

Outra grande prioridade é «tornar as redes cada vez mais amigas do ambiente através de soluções capazes de reduzir o seu consumo de energia».

Os Laboratórios Bell já produziram mais de 33 mil patentes desde que foram fundados em 1925, tendo desempenhado um papel essencial em invenções importantes como transístores, redes digitais e processamento de sinal, lasers e comunicações por fibra óptica, satélites de comunicações, telefones móveis, comutação electrónica de chamadas telefónicas e modems.
http://diario.iol.pt/tecnologia/tecnologia-redes-inteligencia-artificial-investogadores-tvi24/1095228-4069.html

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