terça-feira, 3 de novembro de 2009

A cidade e seu feriado e os espaços de lazer e cultura na periferia

retirado de :http://www.macumba-berlin.de/index.php?Itemid=47&id=723&option=com_content&task=view Voz da Periferia idem imagem-VISITEM





Sampa



São Paulo Capital, na periferia a esperança

Sem perspectiva, paz e segurança

Sem elicóptero, respeito ou escola

Sem influência, intra-estrutura ou infância

Guerreiros e Guerreiras da Periferia

Compromisso com a igualdade

Periferia Capital São Paulo

Dj GArRinchA.





É notório o descaso das políticas públicas face às áreas periféricas da cidade de São Paulo. O que fazer no feriado longo último, por exemplo: no Barro Branco, Cidade Ademar etc. O descaso é explicito, não há cinema, Centros Culturais, não há uma política de lazer, entretenimento e cultural. Algumas entidades como SESC ainda fazem alguma correção, mas mínima face a demanda da população. Esquecem-se os políticos e as organizações não governamentais, que já ajudam também a corrigir, que lazer e cultura é como comida, já disse a canção. Por ouro lado o ócio perverso a que se submetem estas populações também se traduzem em violência pelo desrespeito a cidadania do indivíduo. As praça nestes aglomerados periféricos são basicamente inexistentes, e assim sucumbe o indivíduo na sua escassez de comida cultural, ou de uma Educação Permanente. Alguns países da America Latina como a Colômbia já produzem algo neste sentido, e porque ao menos não copiamos o que é bom e surte efeito respeitoso ao cidadão urbano. A concentração de lazer se dar no centro da cidade em empreendimentos políticos que são de impacto e que arrecadam voto. Onde estão os museus na sua obrigação de dispersar-se sobre a malha da cidade? Onde estão os Centros culturais, da Caixa, do Banco do Brasil que não se proliferam pela mesma malha? É lamentável para um país rico de criatividade e de pessoas sedentas de humanização, que é um processo também realizado pela cultura ainda exista como há séculos e no centro mais rico e populosos do Brasil e na América Latina.

Nenhum comentário: