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quarta-feira, 2 de junho de 2010

A APPLE E NOSSA SUBMISSÃO-NOVO DITADOR

A Apple ganhou da Microsoft enquanto empresa de capital, em que pese seu sistema opracional WINDOWS ter domínio quase que total NO MERCADO,mas ele, Jobs, soube tratar melhor os brinquedos da era tecnológica ativando o consumo tecnológico das classes a e b, sobretudo.
Hoje, S. Jobs, tratado como o ditador da era das comunicações digitais, sabe seduzir, persuadir seu público, e nisto arrasta bilhões ao seu império.
O IPAD é o novo brinquedo, que arrasta multidões no mundo das classes, acima referidas, e os trata como cegos, sedentos pelo novo,e impõe preços aos seus produtos por não ter quase concorrência.Seus produtos ativam as convergência das mídias.
As concorentes, no âmbito dos computadres, adaptam seus uniformes de Tela e Cpus integradas, a indústria de telefonia móvel, também apela e faz aplicativos que busquem concorrer com a Apple.
Surge assim,escancaradamente mais um ditador da ERA DGITAL sucedendo Gates, e que nos submete aos seus novos tratados de consumo para a comunicação, que a invés de nos humanizar mais, nos torna mais objetos desta era, como assim lembraria Baurdillard.
A comunicação virou algo maquínico , sem sobejo de hmanizaçao da fala do gosto, do cheiro, somos já os frankstein da nova era, em que os laços sociais se confundem como efêmro da conversa e dos bate-papos das pseudo- Rede Sociais, que não conjugam democracia,respeito ao outro, pois estes são descartáveis, no rítmo e pacto do universo cibernético.
Como nos ensinou Baudrillard , não mais pronunciamos a palavra ou frase-FALAMOS COM FULANO, dizemos, NOS COMUNICAMOS COM FULANO, e nisto reside a nossa fragilidade nos brinquedos novos da era da comunicaçao digital.
O ensino embrenhou-se por esa via, a chamada EAD, para mais lucrar e retirar o dialogismo entre aluno e professor, como que pensando que a textualidade proposta nos suportes digitais substituam tal dialogismo presencial.O tempo aqui é mais que Cronos, é determinado por prazos, em que não se obtém os pequenos sobretempos de conversa com o professor na cantina, no elevador, na saída da sala de aula.Imiscui-se o diálogo não formal de sala de aula, faz-se uma limpeza dialogal, é uma epécie de um Big Brother educacional
Esquecemos a educação no sentido amplo e aderimos aos simulacros cibernéticos -Informacionais e perdemos a saliva do professor e do aluno, as conversas das entrelinhas de corredores e esquinas.Este novo designer instrucional é um frankstein que faz uma educação bancária, como nos ensinou Paulo Freire e o diálgo foi suprimido no seu sentido mais amplo.O conflito entre pares pesencias não mais importa e não se constitui uma vereda educativa, educar é entregar conteúdos,perfilados homogeneamente,linearmente, sem possiblidades de rasgar e discutir o discurso e as textualidades.
Não se discute a ideologia capitalista imbutidas nestas estratégias tecnológicas,faz-se a submissão e a chamada inclusão digital, sem adicionar reflexões e críticas mais profundas das estratégias do capitalismo digital.
O Discuso da EAD persegue tal capitalismo digital, é impositor, salvo raríssimos casos.
E a Indústria Cibernética cresce e se prolifera assim como a Indústria da Educação, mas elegemos um novo ditador desta ordem - S.Jobs.

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