REDES

sábado, 13 de abril de 2024

Irã confirma ataque com drones e mísseis contra Israel BRASIL247

 


Imagem: Morteza Nikoubazl

O QUE SERÁ, COMO REAJE OS ISRAELITAS NA CAPITAL?

JÁ REUNIDOS PEDEM A CABEÇA DE BB

247 - O Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI) do Irã confirmou uma operação com mísseis e drones contra Israel em resposta aos ataques de forças israelenses contra aliados do regime iraniano no Líbano, na Síria, no Iraque e no Iêmen.

“Em resposta aos numerosos crimes do regime sionista, incluindo o ataque à seção consular da embaixada iraniana em Damasco e o martírio de um grupo de comandantes dos assessores militares de nosso país na Síria, a Força Aeroespacial do CGRI atacou certos objetivos dentro dos territórios ocupados com décadas de mísseis e drones”, anunciou o CGRI por meio de um comunicado. O relato foi publicado pelo HispanTV, canal estatal uraniano. O líder Supremo do Irã, Ali Hosseini Khamenei, prometeu punição a Israel por causa dos ataques aos aliados dos iranianos. O governo israelense foi denunciado na Corte Internacional de Justiça por autoridades da África do Sul por causa do crime de genocídio contra palestinos na Faixa de Gaza, território onde fica o grupo islâmico Hamas.

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Elon Musk e a extrema direita S.A. Outras Palavras

 



ESTE SUL AFRICANO-NATURALIZADO AMERICANO, SONHA E PENSA QUE PODE ,MAS NÃO PODE ,TA AÍ ALGUNS FRACASSOS,DESDE TESLA A FOGUETES. A AMÉRICA FAZ DELE E OUTROS OS MENINO MIMADOS QUE TUDO PODE,ENGANA-SE SERÁ DESTRUIDO PELOS MESMOS QUE O APOIMA,,AGUARDEM..E COMECEMOS INDO PARA O BLUESKI JÁ.

Elon Musk e a extrema direita S.A.

Nada que o bilionário faz é gratuito. Por trás das provocações a autoridades brasileiras está um esforço nítido para aparecer como um campeão das ideias extremistas – e, é claro, amealhar favores políticos e econômicos em consequência

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O dono do ex-Twitter, Elon Musk, lançou nos últimos dias uma série de provocações contra o ministro Alexandre Moraes, do STF (a quem acusou de censura), e o presidente Lula. Ameaçou desrespeitar decisões da Justiça brasileira. Agora, sua conduta será investigada no âmbito do inquérito que investiga a ação das milícias digitais. Mas o que estará por trás destes fatos?

Nada nas atitudes do bilionário é aleatório. Se de fato quisesse questionar as decisões judiciais, poderia fazê-lo de forma genérica, citando, por exemplo, a “Justiça brasileira”, mas ele se dirigiu diretamente àquele que é um dos alvos principais da extrema direita no país. A suposta censura também pertence à gramática bolsonarista, que vê o ex-presidente e seus aliados como vítimas de uma perseguição jurídica.

O estilo provocativo remete a outro episódio recente. O ministro das Relações Exteriores de Israel Yisrael Katz usou o ex-Twitter para divulgar postagens direcionadas ao presidente brasileiro, conseguindo mobilizar as redes extremistas, mas falando sozinho ao final. Além da similaridade de postura e dos tuítes pouco sofisticados, Musk e Katz têm em comum o fato de não terem agido sozinhos. A extrema direita é articulada internacionalmente, com presença ostensiva nas redes sociais. As postagens tinham como objetivo dialogar com o segmento brasileiro radicalizado, mobilizando uma representação política que não pode abrir mão da sensação de crise. Precisa de ruído e de inimigos.

“Está ocorrendo um ataque político de forças de extrema direita externas ao sistema político brasileiro. É algo orquestrado”, aponta a ex-secretária de Direitos Digitais do ministério da Justiça e advogada Estela Aranha, em entrevista à BBC. A provocação teria como objetivo produzir consequências que justificassem a retórica de perseguição tão cara aos bolsonaristas. “Se o Twitter for suspenso, isso vai corroborar a própria narrativa deles. Fazem isso para provocar uma reação mais forte, para escalar o debate e a tensão. É algo bem orquestrado”, pontua Aranha.

A aproximação de Musk e Trump

O biógrafo de Elen Musk diz que ele votou em Biden em 2020, mas que não o faria de novo. As relações entre o bilionário e políticos extremistas – o trumpismo, em particular – vêm se fortalecendo de forma crescente nos últimos anos. Em 5 de março, Musk publicou uma postagem no X divulgando uma fake news que circula bastante entre apoiadores de Donald Trump, a de que o presidente Joe Biden e o Partido Democrata estariam trazendo imigrantes para conquistar votos em novembro. “É altamente provável que se esteja preparando o terreno para algo muito pior do que o 11 de setembro. É só uma questão de tempo”, disse, sem prova alguma. O X não rotulou a publicação como possivelmente falsa, nem divulgou contexto adicional sobre a desinformação.

Uma reportagem da MSNBC do início de abril mostra, além disso, como a atuação de Musk em sua plataforma vem estimulando a divulgação da frenologia, uma pseudociência cada vez mais popular entre extremistas nos Estados Unidos. Contas estimuladas pelo do dono da Tesla, apontou Garrison Heyes, no site Mother Jones, “apresentam desinformação sobre a inteligência e a fisiologia das minorias através de gráficos, dados e mensagens curtas mas diretas”. Para o jornalista, “não passa de racismo puro – com um toque de Silicon Valley”.

Postagens e interações de Musk têm a capacidade de trazer milhares de seguidores a estes perfis já que, além de ser uma figura pública, ele também conta com um sistema especial projetado para garantir uma ampla circulação e alcance de suas publicações. “Ele comprou a empresa, fez questão de mostrar o que acreditava estar quebrado e manipulado na gestão anterior, depois se vira e manipula a plataforma para forçar o engajamento de todos os usuários para ouvir apenas a voz dele”, disse um funcionário da plataforma.

Negócios e amizades

Se Musk ainda não fala abertamente sobre sua proximidade e sua relação com Trump, o ex-presidente é menos discreto a esse respeito. Em março, ambos tiveram um encontro. Questionado pelo apresentador Joe Kernen, da CNBC, sobre se esperava um apoio verbal ou monetário do bilionário, Trump respondeu apenas: “Tenho sido amigo dele ao longo dos anos. Eu o ajudei quando era presidente”, sem especificar o tipo de ajuda. Como lembra a matéria, Musk beneficiou-se durante anos da assistência governamental às suas empresas, o que inclui a concessão dos chamados créditos regulatórios para a Tesla e créditos fiscais para os clientes da montadora, além de contratos de serviços com a SpaceX.

No Brasil, a proximidade com o governo Bolsonaro também rendeu frutos. Matéria de Paulo Motoryn de 2022 mostra que a gestão atuou junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que o processo de autorização aos satélites da empresa do bilionário fosse acelerada. Nesta terça (9), outra apuração de Motoryn, junto com Tatiana Dias, traz informações sobre o possível interesse de Musk no lítio brasileiro, um mineral fundamental para a produção de carros elétricos. Recorde-se: o bilionário já afirmou que, para obter este metal na Bolívia, estava disposto a “dar golpe em quem quiser”…

Mas quais as ações práticas do X – e de seu antecessor, o Twitter – para projetar a agenda da ultradireita? Neste artigo, os pesquisadores Rafael de Paula Aguiar Araújo e Igor Fediczko Silva apontam que, em outubro de 2021, o Twitter publicou um estudo em uma revista acadêmica da Universidade de Cornell, Nova York, examinando características da rede como o algoritmo e como se comportavam as postagens dentro ao longo de uma linha do tempo. O objetivo era descobrir, por meio da análise de centenas de milhões de postagens, se havia uma amplificação ou priorização de determinados vieses políticos.

“O resumo, é que em seis dos sete países (todos, menos a Alemanha), os ‘tuítes postados por contas de políticos alinhados a ideias de direita receberam mais amplificação algorítmica do que os tuítes de políticos alinhados à esquerda, quando estudados como um grupo’. Esse resultado mostra que, por algum motivo, o algoritmo aprende, através de técnicas de machine learning, que é importante dar mais visibilidade a tuítes ligados à direita”, apontam, contrariando o que dizia o próprio Musk antes de aquirir a plataforma, insinuando que o favorecimento fosse a publicações à esquerda. “O estudo mostra que políticos identificados como de direita têm uma relevância para o algoritmo ainda maior, simplesmente por serem de direita, seja qual for o conteúdo postado”. A análise foi realizada antes da compra realizada pelo dono da Tesla – portanto, antes de a plataforma se tornar mais opaca.

Política e negócios costumam andar juntos em muitos lugares, e por isso transparência nas relações entre o público e o privado é sempre essencial. Aqui, cabe discutir regulação do poder das grandes corporações que hoje comandam a internet, mas também os próprios limites que deveriam ser impostos aos bilionários. Concentrar recursos e possibilidades de influenciar politicamente em diversos locais ilustra o quanto as democracias e a soberania nacional dos países está constantemente sob ameaça.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

ELON MUSK-COVARDE, FANFARRÃO E DISSEMINADOR DE POPULISMO EXTREMISTA DIGITAL


 

                                               ELON MUSK POR  MONEY TIMES


O SR. MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DO PAÍS,ALEXANDRE DE MORAES,SOLTA DISCURSO FORTE CONTRA UM CANALHA AMERICANO,MILIONÁRIO,ELON MUSK, POR  ACHAR QUE TEM PODER,  VIA SUA REDE SOCIAL X, E ABJURAR A DEMOCRACIA DO PAÍS E TENTAR AVANÇAR CONTRA O QUE PRESCREVE NOSSO ORDENAMENTO JURÍDICO.

HÁ NECESSIDADE  DE CONTROLE DO POTENCIAL INSTRUMENTAL DO NOVO POPULISMO DIGITAL,CASO DO X -TWITTER .POR OUTRO LADO QUE SIRVA DE ATENÇÃO AO GRUPO  META-FACE-INSTAGRAN-WHATSAPP, BEM COMO DAS DEMAIS BIG TECHS- ALPHABET-GOOGLE, AMAZON,MICROSOFT E APPLE, PARA QUE NÃO SE ARVOREM A PROPOSTAS NAZISTAS, JÁ BASTAM ALGUMAS IMPOSIÇÕES AUTORITÁRIAS DENTRO DOS SEUS FORMATOS INSTRUMENTAIS, OU DE SEUS SISTEMAS FUNCIONAIS

NOSSA DEMOCRACIA ESTARÁ AQUARTELADA PELO NOSSO DIREITO POSITIVO PARA  PUNIR QUALQUER REDE, COMO A DESTE AMERICANO, QUE OUSA INSURRGIR-SE CONTRA OS PRINCÍPIOS DEMOCRÁTICOS DO BRASIL E DA AMÉRICA LATINA.

sábado, 6 de abril de 2024

O POETA DA INFÂNCIA TERMINOU A CAÇAROLA E FOI-SE,ACABOU ZIRALDO




                                                      FOTO DIVULGAÇÃO



 O POETA DA INFÂNCIA TERMINOU A CAÇAROLA E FOI-SE,ACABOU,ALIÁS

SÓ O LEMBRAMO,TEM DÉCADAS,S QUANDO SE VAI AO CAIXÃO,PENA!

O POETA DA INFÂNCIA TERMINOU A CAÇAROLA E FOI-SE,ACABOU

Ziraldo Alves Pinto foi um cartunista, chargista, pintor, escritor, dramaturgo, cartazista, caricaturista, poeta, cronista, desenhista, apresentador, humorista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho, e é, um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil. Wikipédia
Nascimento: 24 de outubro de 1932, Caratinga, Minas Gerais
Falecimento: 6 de abril de 2024 POR GOOGLE

POR UOL

"Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932, em Caratinga, estado de Minas Gerais. Seu nome é resultado da união entre os nomes de seus pais (Zizinha e Geraldo). Com seis anos de idade, publicou seu primeiro desenho, no jornal Folha de Minas. Com 12 anos, começou a escrever histórias em quadrinhos com o personagem capitão Tex.


Tinha 16 anos quando se mudou para o Rio de Janeiro, onde trabalhou, como ilustrador, para a revista Coração. Em 1949, publicou sua primeira história em quadrinhos. Já em 1954, trabalhou para o jornal Folha de Minas. Também estudava Direito na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde se formou em 1957.


Logo depois fez uma viagem à Europa. De volta ao Brasil, não exerceu a profissão de advogado. Por essa época, também publicava nas revistas A Cigarra e O Cruzeiro. Foi um dos pioneiros das revistas em quadrinhos no Brasil quando editou, em 1960, a Turma do Pererê.


O cartunista começou a ser conhecido nacionalmente quando, em 1963, passou a desenhar para o Jornal do Brasil. No ano seguinte, com o início da Ditadura Militar, a Turma do Pererê deixou de ser publicada. Já em 1969, foi um dos fundadores do periódico O Pasquim, jornal sob a mira do regime militar."


Veja mais sobre "Ziraldo" em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/ziraldo.htm

segunda-feira, 1 de abril de 2024

DITADURA JAMAIS-!!!!FUI VÍTIMA DE PERSEGIÇÃO E TORTURA PSÍQUICA 4 o EXEÉCRITO RECIFE-PE

               CIENTISTAS FIOCRUZ TORTURADOS CASSADOS DITADURA GOLPE 1964




 





 

México: a esquerda pode chegar ao poder ...POR OUTRAS PALAVRAS

Foto publicado no site Mujer Mexicana

 

O MÉXICO É VALENTE E MEXE , MEXE E TÁ NAS URNAS E A ESQUERDA VAI.ISTO É BOM PARA A LATINA.FORÇA  GOVERNADORA.L.OBRADOR COM ELA.



Governadora por 6 anos da capital, Claudia Sheinbaum lidera a disputa pela presidência. Forjou-se nas revoltas estudantis. Propõe ampliar a opção pelas maiorias excluídas. Apoiada por López Obrador, está desafiada a ir muito além…


1º de outubro de 1991. O Stanford Daily noticia em sua primeira página um protesto de estudantes contra Carlos Salinas de Gortari, o presidente do México que discursou naquela universidade estadunidense para promover o neoliberalismo, do qual era um de seus principais e mais aplaudidos expoentes latino-americanos. O artigo é acompanhado por uma fotografia em preto e branco dos manifestantes. No centro está uma jovem mexicana de rosto altivo, cabelos presos atrás por uma faixa e camisa de manga curta que, com os braços enérgicos erguidos, exibe uma faixa em que lê: Fair Trade and Democracy Now! (Comércio Justo e Democracia Agora!). Ao lado, outro cartaz sugere fraude ao perguntar quantas pessoas mortas votaram nas eleições presidenciais mexicanas de 1988; em outro diz: “México, a ditadura perfeita”, frase que se tornou lugar-comum e que resume a vida política de um país em que o mesmo partido venceu durante décadas.

O nome da jovem é Claudia Sheinbaum Pardo. Ela é uma física de 29 anos que se formou na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) e faz estágio acadêmico em Stanford. Na bagagem transfronteiriça carrega um intenso ativismo político que combina o seu recente protagonismo numa histórica greve universitária e o ativismo em favor dos direitos humanos e da democratização do país.

Três décadas depois, a cientista publica em suas redes sociais a capa amarelada do Stanford Daily para lembrar que durante toda a sua vida lutou contra o neoliberalismo. Que ela sempre foi uma liderança de esquerda. Essa congruência é um dos seus valores políticos.

LEIA TODA MATÉRIA EM-https://bit.ly/3VJPUqv

quarta-feira, 27 de março de 2024

MIGUEL NICOLELIS (+RICARDO CAVALLINI) - Inteligência Ltda. Podcast #1138


NICOLELIS É SEMPRE BEM -VINDO NO CAMINHO OBSCURO DO
CONHECER E CONSCIÊNCIA. TEMOS,NA ÁREA DE PSICANÁLISE, DE
OUVÍ-LO ...

segunda-feira, 25 de março de 2024

MARIELLE FRANCO:Ela ousou enfrentar o urbanismo miliciano - POR OUTRAS PALAVRAS- GLAUCO FARIAS



                                             Foto: Mídia NINJA

O caso Marielle, penso, está, longe de ser desvendado ainda.Se  já se sabe dos executores e mandantes, quem serão os mentores dos assassinatos-Marielle e seu motorista,-será apenas o foco imobiliário?

Outras questões, senão multiplas, se envolucram no fato e a cada dia outras serão ficcionadas,aguademos para  ver.P.VASCONCELOS


Prisão dos mandantes do assassinato mostra: o mercado imobiliário tornou-se a principal fonte de renda das milícias fluminenses. Marielle se opôs a projeto que visava favorecê-las. O que o crime revela sobre a questão fundiária no campo e na cidade?



Em 22 de dezembro de 1988, o líder seringueiro e sindicalista Chico Mendes era assassinado na porta de sua casa, em Xapuri, no Acre. Sua morte havia sido encomendada pelo fazendeiro local Darly Alves da Silva a seu filho, Darci, que executou uma sentença já há muito anunciada.

A motivação do crime era a atuação pública do líder seringueiro, já que ele lutava não só pelos direitos dos extrativistas como também se tornou um dos principais articuladores da união dos chamados povos da floresta em torno da preservação ambiental, contra o desmatamento predatório da região amazônica. Junto com outros tantos que passaram a se organizar coletivamente nos anos 1980, havia se tornado um grande obstáculo para a sanha da especulação em torno da propriedade da terra, que crescia na medida em que a produção de borracha era substituída como atividade econômica pela pecuária, movimento que ocorria desde a década anterior.

Chico não foi o único. Antes e depois dele muitos foram vítimas pela mesma razão, como se viu nos massacres de Eldorado dos Carajás e de Corumbiara, na década de 1990, e na execução da missionária estadunidense Dorothy Stang, em 2005. No primeiro semestre de 2023, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) registrou 973 casos de conflitos no campo e a maior parte dos casos (791) se relaciona a disputas pela propriedade da terra.


O tema dos conflitos fundiários, que está longe de se resumir à zona rural, volta à tona após a Polícia Federal identificar os suspeitos de terem planejado o assassinato da vereadora Marielle Franco. Os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa foram presos neste domingo (24) e o relatório da PF indicava “diversos indícios do envolvimento dos Brazão, em especial Domingos, em atividades criminosas como milícias e grilagem de terras. Ficou delineada divergência no campo politico em regularização fundiária e direito à moradia”.

A motivação do crime que vitimou Marielle e Anderson Gomes teria sido a atuação da parlamentar na votação do projeto de lei 174/2016, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sobre a regularização fundiária de um condomínio na zona oeste da cidade.

Parecer da Procuradoria-Geral da República detalha que a atuação parlamentar de Marielle teria passado a prejudicar a exploração de áreas de milícias por parte dos Brazão. “A vereadora não escondia o seu entendimento de que as iniciativas de regularização fundiária pela caracterização de Áreas de Especial Interesse Social (AEIS) seriam adequadas para atender aos interesses dos segmentos sociais que mais sofrem com o déficit habitacional existente no Rio de Janeiro. No entanto, tais instrumentos teriam sido empregados de forma distorcida pelos irmãos Brazão, apenas para viabilizar a exploração econômica de espaços territoriais que, não raro, eram dominados por milicianos”, diz a PGR.

Além de disputas que não são caracterizadas como tal à primeira vista e que se desenrolam desde o âmbito político até o clandestino, há aquelas que são evidentes. O relatório “Panorama dos Conflitos Fundiários Urbanos no Brasil 2019-2020”, atesta que, no período analisado, o Rio de Janeiro era o estado com maior número de conflitos fundiários urbanos no Brasil, com 164 dos 647 casos registrados no país.

Urbanismo miliciano

Em seu perfil no Twitter, o ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida chamou a atenção para outra das conclusões do relatório final da PF apontando que “a atuação de Marielle consistia em ações conjuntas com entidades e movimentos sociais, de modo a conscientizá-los acerca de seus direitos e da necessidade de se organizarem para terem seus pleitos atendidos. Para tal, seu mandato contava com a parceria do Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública – NUTH nas ações de apoio à população sobre a defesa do direito à moradia”.

Almeida lembrou que “mais de 80% dos defensores de direitos humanos inseridos nos programas de proteção estão ligados a questões fundiárias, territoriais e ambientais”. “O Estado brasileiro precisa retomar o controle dos territórios que hoje estão nas mãos do crime organizado. Por isso, políticas de reforma urbana, reforma agrária, demarcação de terras indígenas e regularização de terras quilombolas conduzidas de modo firme pelo Estado e acompanhadas, simultaneamente, da defesa de direitos humanos e da promoção da cidadania são parte fundamental de qualquer política de segurança pública”, pontua. “É só assim que se pode enfrentar de fato milicianos, grileiros, faccionados, garimpeiros ilegais e toda gama de criminosos que querem destruir o nosso país.”

Didaticamente, o ministro faz a relação entre a questão fundiária e a violência no Brasil. A concentração histórica de terras tanto no campo quanto na cidade produzem desigualdades e se tornam ativos nas mãos de organizações criminosas por meio das estreitas conexões que estabelecem com os poderes político e econômico.

Leia toda matéria em -https://bit.ly/3IPWvrM

segunda-feira, 18 de março de 2024

INÉDITO -Filme Elis Regina - Na Parede da Memória -direção Elizabete Martins Ca...

ELIS REGINA CARVALHO COSTA 17.03.1945/19.01.82
ELIS  SEMPRE -PRESENTE.JAMAIS ESQUECIDA NO MUNDO ENQTO
PUDERMOS LEMBRÁ-LA E AS MÍDIAS PERMITIREM.
ATÉ AQUI NINGUÉM A SUPERA.
FASCINAÇÃO TU FOSTE REAL.TEU SORISO BRILHA,ENTONTECE.
ERAS E ÉS  UM BRILANTE




segunda-feira, 11 de março de 2024

A polêmica graduação em psicanálise por OUTRAS PALAVRAS




Estou em alguns grupos de Psicanálise, VIA WHATSAPP, e vejo quantas pessoas estão desinformadas acerca da formação como Psicanalista.Cursos abrem graduação e não esclarecem aos alunos como será sua vida futura,alguns fazem o curso como forma te tentar se analisar, como se possível fosse,outros pensando fazer formação,engano, mas  coisa muito comum , contudo incongruente.OUTRAS PALAVRAS HÁ DOIS ANOS já alertava para este fato.EDUARDO GUIMARÃES, COLEGA, faz excelente artigo. Leiam, esclareço que ora sou apenas estudioso,pesquisador e analisando por 40 anos.P VASONCELOS


https://bit.ly/3v93TLF

Oportunista e inconsistente, novo curso suscitou críticas. Mas será que esclarecemos a singularidade da formação do psicanalista e os porquês do rechaço a essa graduação? Como discutir as relações entre psicanálise e universidade?



 Por Eduardo Guimarães

Recentemente, a comunidade psicanalítica se sentiu convocada a se posicionar sobre uma questão: a graduação em psicanálise. Essa questão foi motivada pela criação do bacharelado em psicanálise, em formato de ensino a distância e com duração de quatro anos, pelo Centro Universitário Internacional Uninter. A Uninter é uma instituição privada de ensino superior sediada em Curitiba e presidida pelo empresário Wilson Picler. Com a criação do bacharelado, a Uninter se tornou assunto de diferentes meios de comunicação, inclusive das redes sociais.

Diversos psicanalistas e movimentos de psicanálise vêm se posicionando publicamente. A posição da maioria deles é inequívoca: repúdio ao curso de graduação em psicanálise. Vale lembrar, contudo, que reflexões de pequeno alcance, mas não menos interessantes, foram elaboradas por alguns psicanalistas e circularam prioritariamente nas redes sociais, pondo em questão o modo como a questão estava sendo colocada e debatida pela comunidade psicanalítica.

Para dar prosseguimento ao meu raciocínio, é necessário explicar, para os não psicanalistas, o motivo de a criação de uma graduação em psicanálise ter provocado um debate tão caloroso na comunidade psicanalítica. Infelizmente, a maioria dos psicanalistas que, rápida ou tardiamente, emitiram notas de repúdio, com exceção de Christian Dunker e Antonio Quinet e, em menor medida, de Luciano Elia e Vera Iaconelli, não esclareceu a distinção entre graduação e formação em psicanálise. Para os psicanalistas (ou, pelo menos, para a maioria deles), essa distinção é óbvia, mas o mesmo não se aplica aos leigos.

A formação em psicanálise é continuada e singular. Continuada porque se espera que seu término, no limite, ocorra somente com a própria morte do psicanalista. Apesar de a formação ser frequentemente realizada em cursos, módulos e seminários com data de início e término, isso não implica na identificação entre formação do analista e seminários, cursos etc. realizados com este propósito. O psicanalista se vale desses dispositivos para realizar sua formação, mas sua formação não se reduz a eles. Por outro lado, a formação em psicanálise é singular porque não existe um currículo previamente determinado, mas cada psicanalista deve percorrer o seu próprio caminho nesse processo de formação. É verdade que o psicanalista frequenta cursos ao lado de outros psicanalistas, porém cada um deve responder por aquilo que faz. Não é sem outros psicanalistas, mas cada psicanalista deve realizar sua própria formação.

Ainda seria possível argumentar que a graduação, como qualquer curso ou seminário, possui um currículo prévio e uma duração determinada. Sendo assim, faria sentido que um psicanalista, em sua formação, também pudesse se beneficiar de um curso de graduação. Entretanto, o raciocínio não é tão simples assim. A graduação em psicanálise apresenta problemas que precisam ser esclarecidos. Algumas notas de repúdio enfrentaram esses problemas, mas, a meu ver, muitas delas utilizaram argumentos que apresentam fragilidades que precisam ser apontadas.

Um dos argumentos para criticar a graduação em psicanálise, como aquele apresentado por Luciano Elia, sustenta haver uma relação necessária entre curso de graduação e regulamentação de uma atividade profissional. Apesar de ser verificada na maioria dos cursos de graduação, essa relação não é necessária. A publicidade é uma profissão regulamentada, mas seu exercício não exige o diploma de graduação. Por outro lado, a profissão de cientista molecular não é regulamentada, embora exista o curso de ciências moleculares oferecido pela Universidade de São Paulo. Ainda podemos mencionar, em menor medida, a profissão do historiador, regulamentada somente recentemente, apesar de seu curso de graduação ser oferecido há muitas décadas.

Foi possível notar, também, que a maioria das notas de repúdio sequer leu os textos de apresentação publicados no site da Uninter a respeito do curso de graduação em psicanálise. Se vocês forem curiosos e realizarem essa pequena investigação, vão perceber que o curso oferecido é uma constelação de incongruências. Em primeiro lugar, descreve a natureza da atividade profissional do psicanalista para, em seguida, declarar que, ao fim de quatro anos, o estudante receberá o título de bacharel em psicanálise. Em nenhum momento o texto afirma que psicanalista e bacharel em psicanálise são a mesma coisa, mas a apresentação tão próxima e maliciosa entre um e outro termos torna possível essa confusão. Em segundo lugar, define o mercado de atuação do bacharel em psicanálise – como isso é possível, se nunca existiu, até o momento, um bacharel em psicanálise?

O diploma de bacharel em psicanálise, portanto, não tem nenhum valor para a comunidade psicanalítica. Posto isso, aí faria muito sentido questionarmos as razões que levaram à abertura desse curso. Em segundo lugar, também poderíamos investigar os motivos de a comunidade psicanalítica não ter sido consultada. As razões do mercado foram frequentemente evocadas, como fizeram Rosana Coelho e Vera Iaconelli, para explicar o surgimento do bacharelado da Uninter, o que em certa medida faz sentido. Entretanto, parece-me que não houve um debruçamento, não sobre as razões universais do mercado, e sim sobre as razões singulares de “por que a psicanálise?”. O mercado é capaz de capitalizar qualquer atividade, mas nunca escolhe qualquer atividade.

Para concluir, pretendo levantar uma importante questão. Todos os psicanalistas que emitiram notas de repúdio à criação de um curso de graduação em psicanálise são professores universitários ou estiveram e estão, de algum modo, vinculados à universidade. Isso me fez pensar que a discussão sobre a relação entre psicanálise e universidade, mais ampla que a relação entre psicanálise e graduação, foi sumariamente ignorada. A psicanálise já está na universidade, mas essa questão foi abordada, infelizmente, somente por Antonio Quinet e pela Freduc. Nada impede que o psicanalista tenha realizado graduação em psicologia ou pós-graduação em psicanálise ou outra coisa que o valha, mas esse percurso na vida universitária não se identifica com sua formação. A pesquisa em psicanálise na universidade é suplemento, mas nunca define uma formação.

Creio que alguns de nós, psicanalistas, perdemos uma boa oportunidade para esclarecer pontos cruciais da formação em psicanálise para o público leigo. Entendo, também, que existe a necessidade de discutirmos com mais cuidado o fato de que as notas de repúdio publicadas contra a graduação em psicanálise foram redigidas por quem está de algum modo vinculado à universidade. Então, por que não esclarecer essa diferença? Por que ficar chutando cachorro morto, quando se faz tão necessário pensar sobre a relação entre a psicanálise e a universidade, por um lado, e, por outro, o modo como se dá a formação do psicanalista?

Para que não reste dúvidas. Penso que o curso de graduação em psicanálise oferecido pela Uninter deve ser objeto de críticas por um motivo bastante concreto: a instituição promete (ou dá a entender que promete) o que é incapaz de cumprir. Por outro lado, penso que nós, psicanalistas, precisamos enfrentar uma delicada questão: qual é o papel que os programas de pós-graduação exercem no interior da formação de um psicanalista? Qual é a relação possível que a psicanálise pode estabelecer com a universidade

A noite em que o país virou muito à direita D DE NOOTÍCIAS PT

 

Paulo Spranger/Global Imagens


PORTU CALIS A VELHA SENHORA SEMPRE FLERTOU, NAMOROU E DEITOU COM

A DIREITA, OS CRAVOS NÃO BASTARAM E NOVAMENTE OS PORTUGUESES NA 

SUA HIPOCRISIA, SALVO MUITOS, MOSTROARAM SUA VERVE PERVERSA.E LÁ FORAM 

SE OS CRAVOS.

MAS RESTAM MUDAS QUE RENASCERAM. P VASCONCELOS


https://www.dn.pt/1739206336/a-noite-em-que-o-pais-virou-muito-a-direita/

No início da noite, um edital de uma mesa da União de freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires era exemplo de um terramoto eleitoral. Nessa zona popular do Distrito de Setúbal, o Chega estava em primeiro lugar, seguido do PS e da AD. No conjunto dos distritos do sul, o Chega seguia em segundo na maior parte dos distritos, ganhando no Algarve. O partido de André Ventura ia buscar votos a toda a esquerda, sobretudo ao PS, com a AD a manter quase  a sua votação e a IL a progredir ligeiramente.

Em Beja, distrito em que os comunistas perderam o último deputado no Alentejo. O PS perde aí 12 pontos percentuais em relação a 2022; o Chega sobe 11 pontos percentuais; a AD fica com a mesma percentagem, da soma de PSD e CDS em 2022; e a CDU desce mais de 3 pontos percentuais, perdendo o seu representante.

Os totais eleitorais mostram que o grande vencedor da noite é André Ventura, que mais do que duplicou o número dos votos. A AD, somados ao PSD e CDS na Madeira, é a força mais votada. A direita democrática ganha, mas não aumenta significativamente o número dos seus votos em relação a 2022. O grande derrotado da noite é o Partido Socialista, que baixa quase 12 pontos percentuais. O Chega torna-se o primeiro partido no Distrito de Faro.  

As previsões da um terramoto

No início da noite eleitoral, depois das primeiras previsões das estações televisivas mostravam um grande convulsão política com a subida do Chega. Nessa altura, André Ventura fez a sua primeira intervenção da noite, assinalando o que considerou ser o final do bipartidarismo em Portugal. 
“O que tenho para dizer é agradecer. Hoje sinto-me realizado. Sinto que apesar de não ter vencido, que era a grande meta que tínhamos estabelecido, conseguimos fazer algo histórico em Portugal. Vamos ver se se confirma”, indicou, defendendo que os valores projetados, que definiu como uma “grande vitória”, permitem “ao Chega negociar um Governo”.
O presidente do Chega considerou também que, “a confirmarem-se as projeções” dos resultados, hoje “é o dia que assinala o fim do bipartidarismo em Portugal”.

André Ventura defendeu também que, “segundo tudo indica, haverá uma maioria forte à direita para governar” e isso “significa que a partir desta noite temos de começar a trabalhar para que haja um governo estável em Portugal”.

“Agora temos uma maioria nas mãos, os portugueses deram-nos uma maioria, seremos totalmente irresponsáveis se não a concretizarmos com um Governo que espero que amanhã possa começar a ser feito”, salientou.

Medina culpa Marcelo

No Hotel Altis, sede dos socialistas em noite eleitoral, notava-se o desânimo. No princípio da noite, o ministro das Finanças criticou  a decisão presidencial de interromper a legislatura e convocar novas eleições, apontando para a instabilidade resultante do novo quadro político, e afastou a reedição de um “Bloco Central” PSD/PS, como prejudicial à democracia.

De acordo com o titular da pasta das Finanças, o PS regista uma derrota, que é “assumida globalmente” por todo o partido, e a Aliança Democrática (AD) vence, mas com um resultado inferior ao alcançado pelo antigo líder social-democrata Pedro Passos Coelho nas legislativas de 2015.

“Estamos perante umas eleições que não deviam ter acontecido neste tempo, que foram prematuramente marcadas antes de metade de um mandato de maioria absoluta. O quadro que resultará destas eleições é de grande de fragilidade e instabilidade”, advertiu.

O ministro das Finanças alertou que o sistema político “fica dependente de uma força de extrema-direita com um peso grande”.

“Uma força que, durante muitos anos, não teve representação parlamentar, depois ganhou-a, mas não tem capacidade de expor e resolver problemas concretos das pessoas. Agora, ficam com a capacidade de influenciar a agenda da direita moderada na próxima legislatura”.

Interrogado se, nesse quadro de Governo minoritário do PSD, o PS deve viabilizá-lo, Fernando Medina remeteu essa decisão para “os órgãos dos partidos”.

Em relação a um eventual entendimento governativo entre PS e PSD, Fernando Medina advogou que, entre os dois partidos, “há muitas áreas em que não há convergência”.

“Mas acho que uma das piores coisas que podemos fazer no nosso sistema político é formar qualquer tipo de bloco central formal ou informal”, acrescentou.

Taco a taco até ao fim

Já passava da meia-noite e ainda não estava prevista a hora de intervenção de Pedro Nuno Santos e de Luís Montenegro. Na ausência do líder da AD, coube a Nuno Melo, proclamar vitória. “Com os dados que temos, podemos dizer, neste momento, que a AD venceu as eleições”, garantiu.

“Queria saudar de muito positivo a adesão dos portugueses às urnas”, começou por dizer Nuno Melo, líder do CDS-PP, partido que faz parte da AD.

Nuno Melo assinalou, “democraticamente e com respeito”, mas “o PS teve uma clamorosa derrota”, porque “cai de uma maioria absoluta para um resultado inferior a 30%.

“O PS perdeu as eleições”, proclamou.

Minutos depois, o líder do PS, Pedro Nuno Santos reconhecia a derrota, numa sala cheia que o interrompeu várias vezes com gritos de “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais”. Pedro Nuno Santos começou o discurso com elogio aos portugueses, devido ao aumento da participação eleitoral e agradecendo aos seus votantes.  “Em segundo lugar, agradecer aos que votaram no PS e acreditaram no nosso projeto”.

Finalmente, o líder do PS afirmou que os socialistas seriam oposição.
“O partido Socialista será a oposição. Nós vamos liderar a oposição. Pretendemos recuperar os portugueses descontentes da AD”.“Só vencido quem desiste e não desistimos”, garantiu.

quarta-feira, 6 de março de 2024

Heloísa Helena : UM MITO DANDO DEPOIMENTO E DESVENDANDO SEGREDOS

1917-1999-RJ

Uma atriz, cantora, apresentadora que comoveu o Brasil.AQUI ela desvenda
segredos que não esperávamos como :músicas que ela lançou.Hose esquecida, He-
loisa Helena é sem duvida uma grande mulher que projetou, inúmeros artistas
que ela lançou; fez a Tv Pernambucana nascer ,onde atuou , fez publicidades 
inesquecíveis em que marcou: coca-cola e queijo Santa Maria.Foi um das donas 
de uma buate-O CANAVIAL.Fez rádio, tv, publicidade, apresentadora - entrevista-
dora,empresária etc.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Big Techs: o humano perde mais espaço...por OUTRAS PALAVRAS

 

                                                          

                                                                Arte: Getty Images   https://bit.ly/42UVV5e


A matéria é mais uma brecha para pensarmos os corpos substituidospor máquinas movimentadas -em algoritmos- feito por corpos escravizados pelo poder : Alphabet (controladora do Google), Apple, Amazon, Meta (controladora de Facebook, Instagram e Whatsapp) e Microsoft e X -TWITTER-.

Haveremos ainda de ter a qualidade de humanos, ou estamos na estranheza que não sabemos dizer, mas viver sem respirar com  folga?

Esta narrativa-  em Outras Palavras -permite pensarmos  a palavra E A QUE ELA NOS LEVA PELA COMUNICAÇÃO nas redes DIGITAIS;EXISTE COMUNICAÇÃO, OU  AINDA ACREDITAMOS NO INACREDITÁVEL? P VASCONCELOS


Para lucrar ainda mais, corporações demitiram 280 mil profissionais só nos últimos quatro anos. Resultado: número de violações na internet atingiu o maior pico desde 2008. Regulação e ética na IA exige transparência e garantia de revisão humana

OUTRASPALAVRAS

Publicado 26/02/2024 às 18:07 - Atualizado 26/02/2024 às 18:08




Título original: Demissões em massa nas Big Techs podem afetar a ética no ambiente digital

Desde 2022, as empresas de mídia e tecnologia, as chamadas Big Techs, têm promovido uma série de demissões em seus quadros profissionais. Estima-se que mais de 150 mil pessoas já tenham sido demitidas desde então. Se considerados os números desde 2020, quando as primeiras demissões ocorreram, o número de cortes pode ultrapassar o total de 280 mil profissionais. É uma quantidade bastante relevante, especialmente quando se leva em conta que estas empresas seguem tendo lucratividade recorde ano após ano.

Especialistas em mercado justificam o corte crescente de pessoal em razão da desaceleração do mercado de mídia e tecnologia no pós-pandemia e a necessidade de diminuir custos. Mas os dados mostram que as empresas do setor devem lucrar, em 2024, algo na casa de 12% a mais do que no ano passado, com potencial de manter este aumento de 12% também para o ano de 2025. O percentual está bem acima de empresas semelhantes em tamanho e operação que atuam em outros mercados.

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Apenas Alphabet (controladora do Google), Apple, Amazon, Meta (controladora de Facebook, Instagram e Whatsapp) e Microsoft ganharam juntas cerca de US$ 327 bilhões em 2023, 25,6% a mais do que no ano anterior. Os valores não incluem os lucros das empresas Tesla e Nvidia, que juntas às demais formam o grupo das setes maiores empresas de tecnologia da atualidade. Os dados foram divulgados pela BBC.

A substituição cada vez mais significativa da ação humana pela inteligência artificial (IA) também estaria entre as razões que levam ao corte de pessoal. Nesta linha, além do impacto socioeconômico na vida de milhares de pessoas, que estão sendo substituídas por máquinas e perdendo sua posição no mercado de trabalho, são crescentes também as preocupações em torno da ética no uso da IA, especialmente quando as Big Techs estão sendo convocadas por governos e sociedade civil, em diferentes países, a se comprometerem com o chamado dever de cuidado e a mitigação de riscos sistêmicos.

Pode não parecer óbvio, mas as ondas recentes de demissões em massa das empresas de mídia e tecnologia podem impactar diretamente na capacidade destas empresas em responder às demandas crescentes por transparência e responsabilidade nas redes. Em especial, no que diz respeito à disseminação de desinformação, discursos de ódio e violações de direitos humanos e conteúdos que atacam a própria democracia.

No dia 6 de fevereiro, por ocasião do Dia da Internet Segura (Safer Internet Day, em inglês), a organização brasileira Safernet apresentou relatório anual com o balanço das denúncias de violações na internet recebidas em seus canais. O relatório aponta recorde de denúncias de violações de direitos humanos na internet em 2023. Foram 101.313 denúncias únicas, sendo a grande maioria delas – 71.867 – de imagens de abuso e exploração sexual infantil online. Os dados em si são alarmantes, especialmente quando se considera que a maior marca anterior era do ano de 2008, quando debates em torno da segurança e a ética nas redes ainda eram incipientes no Brasil.

Na tentativa de explicar o fenômeno, a organização coloca as demissões em massa anunciadas pelas Big Techs, que atingiram as equipes de segurança, integridade e moderação de conteúdo de algumas plataformas, como uma das causas para o aumento significativo das denúncias. Combinadas a essa, outras duas motivações são a introdução da IA generativa para a criação de conteúdos violadores de direitos e a proliferação da venda de packs com imagens de nudez e sexo autogeradas por adolescentes.

Existem outros exemplos de como as demissões em massa estão impactando negativamente os setores responsáveis pela confiança, a segurança e a ética nas empresas de tecnologia. No final de 2022, no auge das demissões pela Meta, uma nova ferramenta de checagem de informações e combate à desinformação, que permitiria que verificadores de fatos como The Associated Press e Reuters pudessem adicionar comentários no topo de artigos no Facebook, como forma de verificar sua confiabilidade, foi completamente cancelada. E no início de 2023, centenas de moderadores de conteúdo também tiveram sua atividade encerrada. No mesmo ano, a Amazon reduziu a sua equipe responsável por IA e a Microsoft despediu toda a sua equipe de ética e sociedade.

Para se ter uma ideia deste impacto, apenas a Meta demitiu 21 mil pessoas entre novembro de 2022 e março de 2023, a Microsoft cortou 10 mil funcionários em 2023 e, ao que tudo indica, cortará outros 1.900 em 2024. A Amazon demitiu outros 18 mil funcionários no ano passado e deve ainda eliminar em torno de 35% da sua força de trabalho da plataforma Twitch e mais uma centena de funcionários da Amazon Prime.


* LEIA TODA MATÉRIA EM :https://bit.ly/42UVV5e