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domingo, 27 de abril de 2008

Lançamento ! dia 29.04.2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

CONTARDO CALLIGARIS

CONTARDO CALLIGARIS

A turba do "pega e lincha"
Querem linchar para esquecer que ontem voltaram bêbados e não sabem em quem bateram

NA ÚLTIMA sexta-feira, passei duas horas em frente à televisão. Não adiantava zapear: quase todos os canais estavam, ao vivo, diante da delegacia do Carandiru, enquanto o pai da pequena Isabella estava sendo interrogado.
O pano de fundo era uma turba de 200 ou 300 pessoas. Permaneceriam lá, noite adentro, na esperança de jogar uma pedra nos indiciados ou de gritar "assassinos" quando eles aparecessem, pedindo "justiça" e linchamento.
Mais cedo, outros sitiaram a moradia do avô de Isabella, onde estavam o pai e a madrasta da menina. Manifestavam sua raiva a gritos e chutes, a ponto de ser necessário garantir a segurança da casa. Vindos do bairro ou de longe (horas de estrada, para alguns), interrompendo o trabalho ou o descanso, deixando a família, os amigos ou, talvez, a solidão -quem eram? Por que estavam ali? A qual necessidade interna obedeciam sua presença e a truculência de suas vozes?
Os repórteres de televisão sabem que os membros dessas estranhas turbas respondem à câmera de televisão como se fossem atores. Quando nenhum canal está transmitindo, ficam tranqüilos, descansam a voz, o corpo e a alma. Na hora em que, numa câmera, acende-se a luz da gravação, eles pegam fogo.
Há os que querem ser vistos por parentes e amigos do bar, e fazem sinais ou erguem cartazes. Mas, em sua maioria, os membros da turba se animam na hora do "ao vivo" como se fossem "extras", pagos por uma produção de cinema. Qual é o script?
Eles realizam uma cena da qual eles supõem que seja o que nós, em casa, estamos querendo ver. Parecem se sentir investidos na função de carpideiras oficiais: quando a gente olha, eles devem dar evasão às emoções (raiva, desespero, ódio) que nós, mais comedidos, nas salas e nos botecos do país, reprimiríamos comportadamente.
Pelo que sinto e pelo que ouço ao redor de mim, eles estão errados. O espetáculo que eles nos oferecem inspira um horror que rivaliza com o que é produzido pela morte de Isabella.
Resta que eles supõem nossa cumplicidade, contam com ela. Gritam seu ódio na nossa frente para que, todos juntos, constituamos um grande sujeito coletivo que eles representariam: "nós", que não matamos Isabella; "nós", que amamos e respeitamos as crianças -em suma: "nós", que somos diferentes dos assassinos; "nós", que, portanto, vamos linchar os "culpados".
Em parte, a irritação que sinto ao contemplar a turma do "pega e lincha" tem a ver com isto: eles se agitam para me levar na dança com eles, e eu não quero ir.
As turbas servem sempre para a mesma coisa. Os americanos de pequena classe média que, no Sul dos Estados Unidos, no século 19 e no começo do século 20, saíam para linchar negros procuravam só uma certeza: a de eles mesmos não serem negros, ou seja, a certeza de sua diferença social.
O mesmo vale para os alemães que saíram para saquear os comércios dos judeus na Noite de Cristal, ou para os russos ou poloneses que faziam isso pela Europa Oriental afora, cada vez que desse: queriam sobretudo afirmar sua diferença.
Regra sem exceções conhecidas: a vontade exasperada de afirmar sua diferença é própria de quem se sente ameaçado pela similaridade do outro. No caso, os membros da turba gritam sua indignação porque precisam muito proclamar que aquilo não é com eles. Querem linchar porque é o melhor jeito de esquecer que ontem sacudiram seu bebê para que parasse de chorar, até que ele ficou branco. Ou que, na outra noite, voltaram bêbados para casa e não se lembram em quem bateram e quanto.
Nos primeiros cinco dias depois do assassinato de Isabella, um adolescente morreu pela quebra de um toboágua, uma criança de quatro anos foi esmagada por um poste derrubado por um ônibus, uma menina pulou do quarto andar apavorada pelo pai bêbado, um menino de nove anos foi queimado com um ferro de marcar boi. Sem contar as crianças que morreram de dengue. Se não bastar, leia a coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de domingo passado.
A turba do "pega e lincha" representa, sim, alguma coisa que está em todos nós, mas que não é um anseio de justiça. A própria necessidade enlouquecida de se diferenciar dos assassinos presumidos aponta essa turma como representante legítima da brutalidade com a qual, apesar de estatutos e leis, as crianças podem ser e continuam sendo vítimas dos adultos.



----------------------------by uol.com.br----------------------------------------------------
ccalligari@uol.com.br

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Carmem Silva morreu por volta das 8h15 desta segunda-feira


Divulgação/TV Globo


A atriz gaúcha Carmem Silva morreu por volta das 8h15 desta segunda-feira, 21, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre. O motivo da morte foi falência múltipla de órgãos. O velório será na capela H do cemitério São Miguel e Almas, na capital gaúcha. O enterro está previsto para as 18h.



Carmen Silva nasceu no dia 5 de abril de 1916, em Pelotas. Atuou no teatro, rádio e televisão. Seu papel de destaque na televisão foi em 2003, quando participou da novela Mulheres Apaixonadas, da Rede Globo.

Nesta ocasião, atuou ao lado do ator Oswaldo Louzada, interpretando a idosa Flora, que era maltratada pela neta Dóris interpretada pela atriz Regiane Alves.

Trabalhos da atriz:



No cinema

2005 - Café da Tarde

2003 - A Festa de Margarette

2002 - Lembra, Meu Velho?

1997 - Até Logo, Mamãe

1990 - O Gato de Botas Extraterrestre

1983 - Idolatrada

1982 - Amor de Perversão

1977 - Contos Eróticos (episódio As três virgens)

1975 - Guerra Conjugal

1970 - Elas (episódio O Artesanato de Ser Mulher)

1958 - O Grande Momento

1957 - Rebelião em Vila Rica

1955 - Carnaval em Lá Maior

1949 - Quase no Céu

1946 - El Ángel desnudo



Na televisão

2006 - A Diarista (seriado - episódios Aquele da Chuva e Marinete Não Chega!) .... Dona Gilda

2003 - Zorra Total .... Flora de Souza Duarte

2003 - Mulheres Apaixonadas .... Flora de Souza Duarte

1988 - O Primo Basílio (minissérie)

1984 - Meus Filhos, Minha Vida

1983 - Sabor de Mel

1982 - Campeão .... Joana

1982 - Ninho da Serpente .... Maria Clara

1981 - Baila Comigo

1981 - Os Adolescentes

1980 - Pé de Vento .... Noca

1979 - Cara a Cara .... Milu

1978 - Sinal de Alerta .... Coló

1977 - Locomotivas .... Adelaide

1975 - A Viagem .... dona Isaura

1974 - Ídolo de Pano .... Pauline de Clermon

1973 - Os Ossos do Barão .... Melica

1973 - Vidas Marcadas

1973 - Venha Ver o Sol na Estrada

1973 - Vendaval

1972 - Quero Viver .... Carmela

1972 - Bel-Ami

1972 - Signo da Esperança

1971 - Minha Doce Namorada

1970 - A Próxima Atração .... Saudade

1970 - Pigmalião 70 .... Condessa

1958 - Cela da Morte

sábado, 19 de abril de 2008

El papel desaparecerá de libros por evolución natural, asegura Vicente Verdú

El papel desaparecerá de libros por evolución natural, asegura Vicente Verdú
El escritor español Vicente Verdú, que se confiesa un amante del papel, pronosticó la desaparición definitiva de los libros en este formato y sostuvo que el proceso ya ha comenzado con la evolución de los medios electrónicos y virtuales.

"Toda esta melancolía, este amor al papel, es como tantas otras cosas que nos han parecido detestables. ¿Cómo íbamos a sustituir el pañuelo por el kleenex (pañuelos de papel desechable)? Pues lo hemos hecho y tantas mil cosas más", dijo Vicente Verdú.

El escritor español (Elche, 1942) destacó la "mala prensa" que tiene en la actualidad el papel, con la tendencia ecologista de protección a los bosques, y aseguró que el papel reciclado no tiene la misma calidad.

Por esta "y muchas otras razones", el futuro se encuentra en los medios digitales, como e-books (libros electrónicos) con capacidad para trescientas obras, con peso liviano y lectura nítida, señaló.

A pesar de todo, Verdú publicó este año en papel con la editorial Anagrama su más reicente novela, No ficción, porque se considera "un antiguo".

"Yo soy de la cultura del papel y de la cultura del libro (...), amo el papel, amo el libro, amo hasta la tipografía y elijo personalmente la cubierta de mis novelas", aseguró, lo que no le impide tener un blog en Internet donde publica casi diariamente.

Verdú es también periodista, escribe regularmente en El País, diario en el que ha ocupado los puestos de jefe de Opinión y jefe de Cultura.

"El libro debe evolucionar también internamente -indicó-, y no sólo en su formato, al igual que lo han hecho otras expresiones artísticas como la pintura o la arquitectura".

Por ello, la obra literaria debe dejar de lado las descripciones detalladas exteriores o físicas para centrarse en el "yo" y en "paisajes interiores", como "conflictos personales, las emociones y sus sutilezas".

"La escritura está más capacitada que nadie para narrar eso, la escritura del 'yo' es más consecuente con la vida actual", especialmente en grandes ciudades occidentales donde "todo es previsible, protegido y ordenado", agregó.

"Ahí la peripecia sucede a nivel individual", dijo, y es mejor tratarlo "con humor e ironía".
El escritor rechazó el esquema de "presentación-nudo-desenlace" para las novelas contemporáneas porque "las vidas ahora se componen de diferentes vidas, tenemos varias parejas, cambiamos de ocupación y de residencia".

"Un libro con un final pre-escrito es el modelo de una vida pre-escrita, mientras que un videojuego que tiene un final que no sabes cómo es y cambia según juegas es más representativo de cómo son las vidas ahora", sostuvo.

En su opinión, el libro dispone cada vez de un espacio más reducido frente a otros medios de comunicación, que se comunican a través de impactos, pantallas, extensión y superficie, algo incomprensible para las personas que se criaron con libros pero que supone el futuro incluso de la educación.

"Hay una mitificación del libro y un desprecio a la televisión que es errónea", dijo, puesto que aunque antes todo el saber estaba en los libros, ahora se encuentra en muchos más formatos. "El gozo de escribir a mí me impide sofrenar una idea porque no sea políticamente correcta", concluyó.

Fuente: EFE
http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2008/04/15/01651551.html

Lançamento ! dia 29.04.2008


Um dos artigos é meu de parceria com Edineide Silva

sábado, 12 de abril de 2008

Desenhos de Brennand


por poder360



 Já ocorrido 2008
Desenhos de Brennand

Um conjunto de 59 desenhos do artista pernambucano Francisco Brennand é o destaque da mostra que tem início esta sexta-feira (11) na Galeria Paulista da Caixa Cultural, em São Paulo.


"O Seqüestro, [da série] Carnaval", desenho que integra exposição de Brennand em SP
MAIS IMAGENS DA EXPOSIÇÃO
LEIA MAIS SOBRE BRENNAND
Focada no trabalho gráfico de Brennand, premiado escultor, a exposição tem o objetivo de levar ao público um aspecto pouco conhecido da vasta obra do artista. Serão exibidas também quatro esculturas de Brennand.

De acordo com o curador da mostra "Alma Gráfica: Brennand Desenhos", Olívio Tavares de Araújo, os desenhos do artista, "da mesma maneira que as esculturas", exploram o universo e a figura feminina, além da tragédia, que neste caso aparece em tom mórbido, com traços de influência expressionista.

Os 59 desenhos que serão exibidos foram selecionados de um conjunto de 800. Além das obras, a exposição mostrará imagens do estúdio-museu de Brennand em Recife, que o artista de 80 anos começou a construir em 1971, no espaço onde funcionava a olaria de seu pai, e que hoje recebe cerca de 4 mil visitas por mês.

"Alma Gráfica: Brennand Desenhos" fica até 25 de maio em cartaz na Galeria Paulista da Caixa Cultural e pode ser visitada de terça a sábado, das 9h às 21h, e aos domingos, das 10h às 21h.


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"ALMA GRÁFICA: BRENNAND DESENHOS"
a

Tesis Los Kirchner, entre la espada y la pared


Tesis
Los Kirchner, entre la espada y la pared

Si Cristina Fernández de Kirchner realmente cree en su propio "relato", del que el coautor parece ser aquel célebre pensador progresista Luis D'Elía, la Argentina no tardará en despeñarse en una nueva crisis política de proporciones mayúsculas y desenlace incierto. Acostumbrada como está a un índice de aprobación inverosímilmente alto heredado de su marido, la Presidenta no supo cómo reaccionar cuando el apoyo así registrado comenzaba a esfumarse. En lugar de resignarse a gobernar como una presidenta "normal" –en los países avanzados los mandatarios a menudo se ven abandonados por la mayoría sin por eso sentirse obligados a renunciar–, ha elegido redoblar la apuesta, satanizando a sus adversarios, dando a entender que quieren voltearla, lo que, claro está, hace todavía peor la situación en que se encuentra ya que lo que más molesta a la gente es la intolerancia autoritaria que la caracteriza.
A juzgar por sus discursos, la Presidenta se las ha ingeniado para persuadirse de que los chacareros, caceroleros, sojeros, empresarios, periodistas y otros que desaprueban su gestión, son una banda siniestra de oligarcas, golpistas y racistas blancos que sueñan con restaurar el Proceso, cuando no los horrores de los años 90. Es su "relato" y no se propone modificarlo. De más está decir que virtualmente cualquier medida podría justificarse si ayudara a salvar al país del peligro terrible que en su opinión lo acecha.

Así, pues, es de prever que la Presidenta, blindada por la convicción de que el Destino, la Historia o lo que fuera la ha convocado para defender al pueblo contra los resueltos a esclavizarlo, no vacile en continuar haciendo uso de la tropa aportada por D'Elía y Moyano, atacando a los productores agrarios y amenazando a los medios de prensa. Conforme al Observatorio de la Discriminación en los Medios de Comunicación que está avalado por el Gobierno, los diarios, revistas y emisoras televisivas del país han decidido envenenar a la gente, obligándola a consumir basura "clasista y racista" y, para colmo, haciendo gala de su "supina ignorancia" toda vez que aluden al conflicto con el campo que, como sabe toda persona de bien, es sólo un "lock out patronal".
La hostilidad hacia la prensa que tienen los Kirchner es alarmante no sólo porque podría presagiar un intento de subordinarla a su proyecto personal –similar al emprendido en su momento por el compañero José López Rega–, sino también por lo que nos dice acerca de su mentalidad. Aunque la pareja ha disfrutado siempre de una cobertura mucho más amistosa que la brindada a Fernando de la Rúa, Carlos Menem, Raúl Alfonsín y hasta a los militares cuando ya se había hecho evidente que se iban. A su entender, toda manifestación de disenso es una señal que se ha puesto en marcha una conspiración ultraderechista en su contra.
La popularidad de la Presidenta se ha desplomado: según el diario madrileño El País, se ubica a un 23%, lo que de ser verdadrepresenta una caída salvaje para una persona que está habituadaa 60% o más. Si la Argentina fuera un país de instituciones políticas fuertes, Cristina podría ahorrarse disgustos al adoptar un perfil bajo y limitándose a administrar, pero desgraciadamente para ella no lo es. Aquí, la única institución que funciona de forma adecuada es la Corte Suprema, que acaba de asestarle una bofetada sonora al fallar a favor del derecho del procesista Luis Patti a asumir el escaño de diputado que ganó en las elecciones del 2005.
Por ser el sistema político nacional hiperpresidencialista, es decir, exageradamente personalista, la estabilidad depende del rating del ocupante de la Casa Rosada. Mientras no existieron dudas de que los Kirchner eran por un margen amplio los más populares y por lo tanto los más capaces de suministrar votos a la multitud de individuos anotados en las listas sábana partidarias, pudieron confiar en la "lealtad" del grueso de la clase política, de ahí todas aquellas afirmaciones de compromiso con el "proyecto" que afirman encabezar. Pero en cuanto empezó a difundirse la sospecha, que pronto se transformó en certeza, de que Cristina por lo menos había perdido la magia proselitista que tanto había beneficiado a sus seguidores, aparecieron grietas en el aparato que construyeron. Gobernadores peronistas de provincias en que los votantes rurales pesan mucho dieron a entender que no les gustaba demasiado la agresividad oficial hacia quienes habían posibilitado sus triunfos electorales más recientes. Y legisladores notorios por su obediencia al jefe de turno están preguntándose si no ha llegado la hora de distanciarse, aunque fuera un poco, de un matrimonio que tal y como están las cosas parece condenado a reeditar la experiencia triste pero aleccionadora de Menem.

Claro, los Kirchner aún tienen las llaves de la caja que, gracias al yuyo maldito llamado soja, está llena. Pero un resultado de la rebelión del campo ha sido despertar el interés de los gobernadores provinciales en el federalismo. Comprenden muy bien que las retenciones no coparticipables sirven para fortalecer al Poder Ejecutivo nacional en desmedro de todos los demás, en especial de las provincias. Si no fuera por dichos impuestos, algunos no tendrían que humillarse arrodillándose ante una pareja de ideas a su juicio desagradables que los trata con desdén. Quisieran cambiar radicalmente un esquema que saben, es perverso, pero que han tolerado hasta ahora por razones pragmáticas. A menos que Cristina logre recuperarse en los meses venideros, correrá el riesgo de verse frente a una coalición amplia conformada no sólo por productores rurales, sino también por políticos del interior que reclamen una revisión drástica de la forma de distribuir el dinero procedente del campo.
No es el único peligro que enfrenta. La inflación ya ha superado un 20% anual e, incluso, partidarios fervorosos del "modelo" advierten que podría hundirlo si el Gobierno sigue negándose a combatirla con algo más eficaz que estadísticas fraudulentas. Por lo demás, según los enterados la crisis energética se agravará mucho a menos que el Señor nos privilegie aboliendo el invierno. Está en lo cierto Cristina cuando señala que la falta tanto de energía como de comida barata es un problema mundial, pero es poco probable que los perjudicados por precios cada vez más exorbitantes y, tal vez, apagones prolongados, se sientan consolados al saber que en otras latitudes hay millones cuya situación es todavía peor. Antes bien, culparán a los Kirchner por la inflación y por los problemas energéticos. Tendrán razón, puesto que las dificultades se deben a la miopía insólita de un gobierno liderado por un matrimonio al parecer convencido de que sólo a un neoliberal desalmado se le ocurriría pensar en mañana.
¿Podrá Cristina salir del pozo en que se ha metido? No le será nada fácil. Para empezar, tendría que cambiar la personalidad que se ve reflejada en una imagen pública que sólo una minoría decreciente encuentra atractiva. Aunque a estas alturas debería entender que, en su caso, la combatividad suele resultar contraproducente, la posibilidad de que lo intente es escasa. Lo más probable es que reaccione con furia ante todo revés, de este modo, asegurando que el pozo se haga más profundo por momentos. También le sería necesario frenar la inflación antes de que las protestas comiencen a estallar en el siempre combustible conurbano, rezar para que haya gas y electricidad suficientes como para pasar el invierno próximo, y los siguientes, sin contratiempos y reconciliarse con el campo.

En otras palabras, todo hace sospechar que el "modelo K", una versión personalizada del confeccionado por Eduardo Duhalde después del colapso de la convertibilidad, tiene los días contados. El absolutismo kirchnerista, la voluntad de adquirir cada vez más poder y de controlar casi todo sin preocuparse por nada más, ya está chocando contra sus límites naturales al reaccionar distintas partes de la sociedad contra sus pretensiones exageradas. Que esto haya sucedido, siempre fue inevitable. Puede que en el 2003 el país haya sentido la necesidad de que el nuevo presidente fuera un hombre fuerte y duro que sería capaz de garantizar el orden y, mientras tanto, exculpar a la mayoría diciéndole que fueron otros los responsables de la catástrofe colectiva de dos años antes, pero estamos en el 2008 y las prioridades son distintas.
Mal que mal, se ha difundido la sensación de que los Kirchner son figuras de un pasado que se resiste a alejarse. Si fueran políticos auténticamente democráticos, aceptarían esta realidad, adaptando a las circunstancias. Como no lo son, procurarán resolver los problemas que están amontonándose, aplicándoles el método INDEC, que consiste en aferrarse a un relato ficticio aun cuando no tiene nada que ver con lo que efectivamente sucede. Muchos presidentes anteriores se refugiaron así en sus propias ilusiones. Pocos lograron terminar con dignidad su período en el poder. ¿Será Cristina una excepción a esta regla infeliz? Por desgracia, no existe ningún motivo para creerlo.l


Por JAMES NEILSON, PERIODISTA y analista político, ex director de “The Buenos Aires Herald”. | Ilustración: Pablo Temes.
http://www.noticias.uol.com.ar/edicion_1633/tesis.htm

E A universidade Pública não tem jeito, assim as privadas-Universidades- comem ela


Estudantes lavam reitoria da UNB com água e sabão
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A universidade Brasileira é assim!E tanta luta !!!!!!!!e O sr Presidente e seu ministro deixam como estão, e não mais concorrem quase com as Universidades Privadas e caem em mar de Lama!
PAulo a c v


SIMONE IGLESIAS
da Folha de S.Paulo, em Brasília

Estudantes acampados na reitoria da UNB (Universidade de Brasília) lavaram com água e sabão neste sábado à tarde o gabinete da reitoria e as rampas de acesso à área administrativa da universidade. Os alunos protestam contra o reitor afastado Timothy Mulholland, acusado de ter desviado R$ 470 mil de verba de pesquisa para comprar móveis de luxo.

Eles estão acampados desde o dia 3 de abril. Estava programada para acontecer à noite a "festa do milhão", em referência a R$ 1 milhão devidos pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes) à 17ª Vara Federal do Distrito Federal, que estabeleceu uma multa de R$ 5 mil por hora aos estudantes por não desocuparem o prédio.

Alunos da faculdade de Artes Visuais colocaram no gramado da UNB dezenas de lixeiras coloridas, doadas durante a semana por pais, funcionários e estudantes.

"É uma manifestação pacífica e que remete diretamente ao reitor Timothy", disse Camila Soato, 22, estudante de Artes Visuais.

Cerca de 60 alunos mantêm a invasão da UNB. Durante o dia, fizeram roda de samba, dançaram funk, jogaram vôlei e futebol e fizeram aula de yoga.

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LIVRARIA: Série com CDs ensina inglês, italiano, chinês e outras línguas em 15 minutos ao dia
Especial

quarta-feira, 9 de abril de 2008

ONGs denunciam lobby a favor do trabalho forçado e infantil

vejam no
http://z001.ig.com.br/superig/16/56/971832/blig/blogdosakamoto/
ONGs denunciam lobby a favor do trabalho forçado e infantil

A ADM e a Cargill, grandes corporações internacionais de comércio e processamento de alimentos, estão sendo acusadas de tentarem derrubar um artigo em um projeto de lei norte-americano que prevê um programa de certificação voluntária para evitar a importação de mercadorias produzidas com mão-de-obra forçada ou infantil. O dispositivo se chama Certificação Voluntária de Situação de Trabalho Infantil nas Importações Agrícolas e garantiria uma metodologia para que produtores de mercadorias agrícolas possam, provar que estão livres dessas formas de exploração e não sofram restrições comerciais com os EUA.

A denúncia parte de um grupo de entidades da sociedade civil que atuam no combate ao trabalho forçado e infantil por lá - traduzi aqui algumas das suas declarações. Bama Athreya, diretora executiva do Fórum Internacional de Direitos do Trabalho, afirmou que é chocante a Cargill e a ADM estarem tentando defender trabalho forçado. “Nós gostaríamos de saber se a Cargill e a ADM sabem que estão usando trabalho forçado e estão tentando evitar fazer algo a respeito.”

“Não é surpresa que a ADM e a Cargill façam lobby contra salvaguardas que poderiam garantir que crianças e trabalhadores escravos não sejam usados na produção agrícola”, afirmou Leila Salazar-Lopez, diretora da Rainforest Action Network. “Apesar deles terem assinado o Pacto Brasileiro pela Erradicação do TRabalho Escvravo”, essas companhias ainda têm que provar que trabalho escravo não é usado em sua cadeia de fornecedores”. Os esforços lobistas da ADM e da Cargill violam suas próprias regras corporativas e são a prova que essas companhias não têm intenção de serem transparentes sobre suas práticas trabalhistas”.
A mudança está em sendo debatida nas comissões de agricultura da House of Representatives (a Câmara dos Deputados dos EUA) e do Senado. Uma decisão sobre o tema deve sair em breve.

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, cumprindo o Ato de Reautorização de Proteção a Vítimas de Tráfico de Pessoas, aprovado pelo Congresso, está compilando uma lista de bens importados que podem ser produzidos com trabalho escravo ou infantil. De acordo com o Departamento de Estado, isso será usado para auxiliar nas políticas internas e externas de combate a esse crime. Já discorri sobre essa lista de produtos anteriormente. Comemorada por alguns grupos como instrumento de pressão contra o crime, ela também é fonte de preocupações por parte dos produtores rurais brasileiros sobre seu potencial de gerar ações protecionistas.
enviada por Sakamoto
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domingo, 6 de abril de 2008

Por que-----????

O poder acha que somos tolos?
Por que será que ainda hoje os políticos acham que nos somos passíveis de enganações?
Será pelo fato deles acreditarem que nâo acompanhamos , nada , ou porque não sabemos pensar, analisar.
E So sabemos pensar e analisar para elegê-los?
E pior, será que eles acham que os compromissos assumnidos não são fiscalizados e acompanhados?
Dilma,como a verdadeira presidenta, e Lula , o rei do populismo pensam que nao compreendemos as estratégioas deles de se manterem no poder, seja por ele mesmo, ou com olhares para DiLma.
O poder realmente é cego mudo e surdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Paulo--