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domingo, 28 de setembro de 2008

Recomendo a REVISTA BRASILEIROS


Recomendo

NUEVA TENDENCIA DEL MERCADO EDITORIAL


Tal tendência ja se apresenta aqui entre l cultura e loja Cia das Letras pacv

NUEVA TENDENCIA DEL MERCADO EDITORIAL
Los grandes editores españoles ahora quieren librerías propias
Random House y Planeta, entre otros, impulsan en España cadenas de librerías de gran superficie.
Por: Carles Geli, BABELIA, ESPECIAL PARA CLARIN

A LEER. Acercar los libros a sus lectores potenciales es, todavía, una tarea artesanal, dicen los libreros.
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Cada día aparecen en España 220 libros nuevos, esto significa 70.520 títulos anuales, en fin, unos 357 millones de ejemplares que deben distribuirse en las librerías y ya nutren un catálogo de 369.000 títulos vivos. Por eso el punto venta, la librería, es crucial para las editoriales. Más aún en tiempos de crisis y cambio de los hábitos de consumo. Así lo entienden los más potentes grupos editoriales como Planeta (con la cadena Casa del Libro) y Random House Mondadori (con la cadena Bertrand), que están aumentando espectacularmente la cantidad de librerías propias en toda España. Lo mismo hacen empresas como la cadena francesa FNAC o la brasileña Nobel: ambas están expandiéndose en España.

En los últimos 18 meses, Casa del Libro abrió 8 librerías en España y quiere alcanzar la cifra de 40 antes del año 2012. En el último año y medio, Bertrand abrió 7 locales y antes de fin de año abrirá en Barcelona una librería de 1.300 metros cuadrados, pero quiere tener 30 locales para el año 2011. Los franceses de FNAC tendrán 19 locales a fines de este año -abrieron uno en Málaga y en breve tendrán sedes en Zaragoza y en el barrio de Vallecas, en Madrid-, pero su plan es tener 40 librerías para 2013. Las cifras de ventas son importantes: en 2007 Casa del Libro vendió casi 9 millones de ejemplares y FNAC, 8 millones. En conjunto, las cadenas de librerías venden ya el 15% de los libros en España (facturan 483,4 millones de euros, un 4,5% más que en el año 2006). Las cadenas libreras tienen mucho camino por recorrer en España, donde las librerías independientes pierden ventas desde hace una década. Anualmente cierran 90 librerías y se abren otras 70 nuevas, según Michele Chevallier, directora de datos de la Confederación Española de Gremios y Asociaciones de Libreros. El equilibrio comercial de una librería es complejo: la rentabilidad oscila entre los cinco y los diez años, pero las ventas se concentran en tres meses o en algunas grandes campañas de lanzamiento de libros. Y esto vale para todos, grandes y chicos.

Para Luis Morral, de las librerías Laie, con 9 locales, "el mercado está cada vez más duro y para los grandes grupos es vital controlar el punto de venta". "Hay una oportunidad para dar mayor servicio al cliente y la gente del sector se ha dado cuenta", resume Miguel Martín, directivo de la cadena Bertrand.

Los dos grandes están aplicando sus estrategias. La cadena del grupo Planeta, Casa del Libro, crecerá en 25 ciudades de más de 100.000 habitantes, ubicando la mayoría de sus locales en el centro de la ciudad elegida. La cadena Bertrand ya está en los shoppings pero quiere poner filiales en la calle, como la que abrirá en Barcelona. Eduard Bofill, de la editorial Espasa, dice que se apuesta a "mercados grandes por población y poder adquisitivo, porque aquí el tamaño sí importa". Y agrega: "Nos debemos a nuestros clientes, no podemos ser un expendedor exclusivo de ventas de editoriales del grupo; pueden estar un poco más representadas, pero no mucho más de su peso real en el mercado."
by el clarin

sábado, 20 de setembro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Santa Cruz de la Sierra vive tensão à espera de marcha camponesaRodrigo Bertolotto



Testigo. Mario Cossío entregó anoche al cardenal Terrazas una copia del acuerdo con el Gobierno.


Avance. El prefecto de Tarija, Mario Cossío, firmó anoche, en representación del Conalde, el documento en el que acordaron con el Gobierno las bases de la pacificación y del diálogo, que comienza mañana














Santa Cruz de la Sierra vive tensão à espera de marcha camponesaRodrigo Bertolotto
Enviado especial do UOL Notícias
Em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia)
"Não aceitem provocações" é o mantra dos políticos de Santa Cruz de La Sierra. A recomendação foi dada pelo governador do Departamento (Estado), Rubén Costas. E repetida por Branko Marinkovic, o presidente do Comitê Cívico local, entidade que concentra empresários em favor da autonomia da região.

Tudo porque os camponeses partidários de Evo Morales prometiam abandonar nesta quarta-feira os bloqueios de estrada que estrangulam o abastecimento para marchar em direção à praça central da cidade que é a principal opositora ao regime esquerdista do ex-líder cocaleiro que chegou ao máximo cargo da Bolívia. Com o diálogo reiniciando, as marchas pararam na manhã de hoje a quilômetros da entrada da cidade.


Carro do governo boliviano foi destruído durante protestos


Pichação em prédio depredado chama Lula de 'intrometido'


Policial faz guarda diante de prédio do Fisco em Santa Cruz de la Sierra

Veja mais fotos
"Nosso movimento é pacífico. Tomara que não mexam com a gente, porque vamos reagir", afirmou Joel Guarach, líder rural que espera 5.000 agricultores no ato. Ao lado dele, um camponês fala, entre uma mascada e outra do bolo de coca que tem na boca, que quer ver a cara dos "malditos depois que ficaram sem batata e verdura".

"Eles podem vir que não temos medo deles", afirmou a autonomista Maria Luisa Limpias, que estava nesta terça em manifestação anti-Evo e em prol do governador preso de Pando, Leopoldo Fernández, acusado pela matança de 17 campesinos na fronteira com o Acre.

O ato mostrava o clima de tensão que vive a cidade, mesmo com o começo do diálogo entre as partes, que pareciam na semana passada à beira da guerra civil. "Eles querem impor sua cultura na nossa. Querem que nossas mulheres usem sete saias como as deles, que falemos quéchua. Não precisamos da cultura desses `collas´ sujos", se exaltou um jovem ao megafone falando da população do Altiplano, que é a maioria dos pobres do território. Depois se defendeu: "O governo diz que em Santa Cruz só há mafiosos, que quatro famílias mandam em tudo. Isso é mentira", gritou de trás de seus óculos espelhados.

Outros disparavam contra o principal aliado internacional de Morales, o presidente venezuelano, Hugo Chávez. "Evo é pobre índio que só obedece ao que o macaco do Chávez manda", disparou outra senhora aos microfones da imprensa local que cobriam o protesto na praça 24 de Septiembre. E sobrou até para Michelle Bachelet, a presidente chilena, que foi cicerone da cúpula sul-americana que discutiu a crise boliviana na última segunda: "Ela está enganando o Evo porque o Chile precisa de nosso gás."

Já Lula foi poupado nos comentários, mas não nas pichações - várias no centro da cidade o chamam de "metiche" (intrometido). "Pelo menos, ele teve a sensibilidade de ver a importância da oposição nessa crise e exigiu o diálogo nas conversas em Santiago", analisou Carol Durán, que gritava ordens de "fora comunistas" ao lado de mais 40 senhoras na frente da Catedral.

No subúrbio, as pichações são a favor de Morales. Mas, no centro de Santa Cruz, são todas ferozmente contrárias - principalmente as próximas dos edifícios públicos saqueados e depredados. Assassino, vendido, gay, filho de lhama, punheteiro, traficante. Toda tentativa de ofensa é válida para os ânimos acirrados.

Os destroços do vandalismo contra as repartições ligadas ao poder de La Paz não foram removidos. No prédio do Fisco, as calçadas estão cheias de cacos de vidro e uma faixa de "proibido passar" separa os transeuntes dos policiais municipais que vigiam o local. "De qual veículo você é? Você é brasileiro mesmo? Mostre sua credencial", foi a reação do chefe dos guardas com minha aproximação.

Mais amistosa foi a recepção na sede do INRA, instituto que tenta promover a reforma agrária no país, mas que teve sua documentação toda incendiada na última semana. "Minha amiga está solteira. O marido dela emigrou para a Espanha. Quer conhecê-la?", brincou a policial de plantão, atrás do portão retorcido que deu passagem para os opositores invadirem o prédio. Na rua, um carro oficial está estacionado tão destruído pela turba autonomista que parece o veículo veio rolando pelas ribanceiras dos Andes.

Já a sede da Entel, empresa telefônica estatizada por Morales, as cortinas e as persianas ventam para o lado de fora do prédio depois que a fachada envidraçada foi toda cravejada a pedradas. Os trabalhos de reparação já começaram, mas os equipamentos roubados não voltam mais para a firma que simboliza tanto a administração atual.

A vinda dos camponeses é vista como uma versão sul-americana das invasões bárbaras. "Temos que sair à cavalo com chicotes, dando neles", se inflama a advogada Mabel López. O último confronto com os camponeses foi no sábado e acabou com 20 jovens autonomistas feridos a golpes de bastão, rojão e pedras - um deles está em estado de coma. O grupo foi tentar desbloquear a rodovia que liga a cidade a Cochabamba.

Outro resultado da ação foi a queda do comando da ação: o presidente da União Juvenil Cruzenha, grupo radical de jovens de classe média que promoveu os atos mais violentos para defender o ponto de vista de Santa Cruz, foi destituído pelo erro estratégico.

Agora, o lema dos autonomistas é "serenidade". "Não podemos deixar que triunfem os demônios da guerra, que querem acender o pavio do confronto", discursou o governador Costas na televisão.

Na praça central, o protesto com placas chamando Morales de "filho da puta racista" e berros de megafone classificando Chávez de "venezuelano cagão" acabou uma hora depois que começou. Carol Duran, uma das mais animadas gritando "Evo genocida", enrolou sua bandeira e foi tomar sorvete para molhar a garganta. Depois do "helado de dulce de leche", ela aproveitou o final de tarde ensolarado para relaxar fazendo compras no centro. Será tão aprazível o cenário nesta quarta e nos próximos dias?
UOL Celular

terça-feira, 16 de setembro de 2008

SITUAÇÃO TENSA NA BOLÍVIA



Dirigentes opositores afirmaron que la detención de Leopoldo Fernández, acusado de genocidio por el Ejecutivo, significa la "ruptura de las negociaciones" con el gobierno del presidente Evo Morales. El funcionario quedó preso por decisión del gobierno central, tras la muerte de al menos 15 campesinos en ese departamento amazónico.BY EL CLARIN

III JORNADA DA SEÇÃO PERNAMBUCO – EM FORMAÇÃO



DATA: 10 E 11 DE OUTUBRO DE 2OO8
LOCAL INTERNACIONAL PALACE HOTEL
AV.BOA VIAGEM, 3722
RECIFE – PE
CONFERÊNCIAS DE SILVIA TENDLARZ, AUTORA DO LIVRO "DE QUE SOFREM AS CRIANÇAS ? - SOBRE AS PSICOSES INFANTIS"
1- OS SINTOMAS NA INFÂNCIA
2- A ATUALIDADE DO AUTISMO
ANAMARIA S VASCONCELOS

Linha de Passe


Linha de Passe
Explorar o limite é uma experimentação que continuamente aparece em alguns bons escritores e cineastas quando pretendem algo próximo da pulsação mesma da vida.
Foi assim com Dostoiévski em Memórias do Subsolo, com Kafka no Castelo e também com Marcos Prado ao apresentar Estamira.
Linha de passe de Walter Sales também possui essa pretensão: vemos diante de nossos olhos estarrecidos uma São Paulo diversa da que ilusoriamente acompanhamos nas vitrines dos shoppings ou nas mesas dos cafés; sentimos um tipo de vida que parece estranho ao que cotidianamente presenciamos ao experimentarmos a velocidade dessa cidade nervosa.
Uma outra São Paulo que pulsa, produz, sofre, sente, caga, rouba, mata, mas que, preserva aquela dignidade das coisas realmente vivas – o lutar constante no sentido de ultrapassar aquilo que se é – acontece em cada cena em que tragédia e beleza caminham de mãos dadas curto-circuitando o vício estético produzido por anos a fio de captura de nosso olhar pelas instâncias de modulação de nosso mesquinho modo de vida de classe média.
Toda a ambientação passa-se nas margens em que algo novo pode acontecer: o tão esperado chamado para ingressar no time de football, para o filho que já é velho apesar da juventude precoce (18 anos); o encontro do sagrado, para o filho que já perdeu todas as esperanças; o encontro do pai para o filho menor que sendo negro acha-se estranho entre os outros que são brancos; a melhora das condições de trabalho, para o filho mais velho que vive a aventura de ser moto-boy em meio ao trânsito caótico da cidade e, por fim, a espera de um outro filho que é o que resta para uma mãe que trabalha como empregada doméstica para sustentar os laços de uma família frágil em sua constituição.
Não obstante, esse aparecer é frágil como todos pequenos começos das coisas e valores que hoje encontram-se maduras em nossa sociedade e que negam com todas as forças seu iniciar baixo e cuidadoso quando as forças que então eram hegemônicas os exterminariam.
Assim, em meio ao que poderia parecer, aos nossos olhos burgueses, pequenos dramas cotidianos que cada um de nós deve viver em um momento em que a vida tornou-se combustível para o capital, comparece a tragédia mesma de darmos conta do real com sua face assustadora, que no caso dos que podem pagar, é compensada com a fantasia do consumo, com a letargia dos fármacos e, talvez, com o consolo das análises.

Aldo Ambrózio

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Um dos fundadores do Pink Floyd, tecladista Richard Wright morre aos 65 anos

Um dos fundadores do Pink Floyd, tecladista Richard Wright morre aos 65 anos
Da Redação

AFP


Rick Wright (d.), na reunião da formação clássica do Pink Floyd em Londres (02/07/2005)

OUÇA PINK FLOYD NA RÁDIO UOL
FOTOS DE ROGER WATERS EM SP
LETRAS DO PINK FLOYD


O tecladista Richard Wright, membro fundador do grupo britânico Pink Floyd, morreu de câncer nesta segunda-feira (15) aos 65 anos, informou um porta-voz do músico.

"A família de Richard Wright, membro fundador do Pink Floyd, anuncia com grande tristeza que Richard morreu hoje após uma curta luta contra o câncer", comunicou.

Wright entrou para história da música após criar o Pink Floyd junto a Roger Waters, o baterista Nick Mason e o guitarrista Syd Barret.

Embora como compositor não tenha sido tão produtivo quanto Waters, com quem manteve grande rivalidade, escreveu algumas canções de discos famosos como "Meddle" (1971), "The dark side of the moon" (1973) e "Wish you were here" (1975).

Durante a gravação de "The Wall" (1979), Wright teve que abandonar a banda por suas diferenças irreconciliáveis com Waters.

No entanto, Wright, seguiu tocando com o conjunto como músico contratado durante shows de promoção do "The Wall" em 1980 e 1981.

Autor de dois discos solos, "Wet dream" (1978) e "Broken China" (1996), o músico continuou colaborando com o Pink Floyd, sobretudo após a saída de Waters da banda, em 1985.

Rock psicodélico
Surgido na efervescência do cenário psicodélico londrino dos anos 60, o Pink Floyd é um dos principais grupos da história do rock e já lançou álbuns clássicos como "Ummagumma" (1969) e "The Wall" (1979), entre outros.

O principal compositor da banda, Roger Waters, deixou o Pink Floyd no começo dos anos 80 e em 1986 tentou abrir um processo contra os ex-colegas. Liderado por David Gilmour, o grupo alcançou grande popularidade ao revisar seu repertório com lançamentos ao vivo -- como "Delicate Sound of Thunder" (1988) e "Pulse" (1995) -- e também com eventuais trabalhos de inéditas, como "A Momentary Lapse of Reason" (1987), "The Division Bell" (1994), entre outros.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Brasil fica em último em tabela sobre investimento por aluno

Brasil fica em último em tabela sobre investimento por aluno
Lisboa, 9 set (Lusa) - O Brasil ficou em último lugar em uma tabela sobre investimentos por aluno em 33 países, elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

Com um investimento de pouco mais de 1.000 euros (R$ 2.439) anuais por aluno, o Brasil ficou atrás de países como Estônia, Polônia, Eslováquia, Chile, México e Rússia, que gastam anualmente entre 2.700 e 1.400 euros (entre R$ 6.586 e R$ 3.415) com cada estudante.

Portugal investe em média cerca de 4.200 euros (R$ 10.246) por estudante, o que coloca o país na 22ª posição.

Com dados referentes a 2005, os Estados Unidos lideram o grupo com cerca de 9.000 euros (R$ 21.956), seguidos da Suíça, Noruega, Áustria, Dinamarca e Suécia, com valores que variam entre 8.500 e 6.450 euros (entre R$ 20.736 e R$ 15.735).

No quesito tempo em sala de aula por cada aluno entre sete e 14 anos, o Chile lidera com quase 9.000 horas (o equivalente a permanecer 366 dias ininterruptos na sala), enquanto a Estônia estabelece o menor tempo letivo, com apenas 233 dias.

Depois dos chilenos, os alunos que mais tempo passam nas aulas são os italianos, holandeses, australianos, neozelandeses, franceses e mexicanos, com permanências que variam entre os 350 e os 312 dias.

Com menos tempo dedicado à escola, depois da Estônia aparece a Finlândia, Eslovênia, Noruega, Suécia, Coréia do Sul e Alemanha, com cargas horárias que totalizam entre 237 e 258 dias ininterruptos nos sete anos de escolaridade contabilizados.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Analfabetismo se concentra entre pobres, negros e nordestinos, aponta Unesco

Ai estáo os resultados do governo Lula , mesmo como bolsa Família e os PACs da vida. ve-se. Dai o descaso para com nosso povo e o relfexo mundial.
paulo a cv


Analfabetismo se concentra entre pobres, negros e nordestinos, aponta Unesco
Da Agência Brasil
Brasília - O analfabeto brasileiro continua sendo em sua maioria nordestino, negro, de baixa renda e com idade entre 40 e 45 anos. A análise é do especialista em educação de jovens e adultos da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura) no Brasil, Timothy Ireland. Na data de hoje, 8 de setembro, a organização comemora o Dia Internacional da Alfabetização.

"A questão do analfabetismo sempre foi minimizada como um direito, mas ela é fundamental para que o cidadão participe de forma democrática. Hoje vivemos na sociedade da informação e do conhecimento, a pessoa que não tem acesso à escrita e à leitura acaba excluída de informações que são necessárias para garantir todos os outros direitos, a saúde, a participação política na sociedade", avalia Ireland.

Dados de 2006 da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domícilios), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam que 10,38% da população se declara analfabeta absoluta, ou seja, não sabe ler ou escrever um bilhete simples. O percentual representa 14,3 milhões de brasileiros.

O relatório de monitoramento do programa Educação Para Todos, da Unesco, mostra ainda que o índice mais do que dobra na área rural (25%). Entre os negros e pardos, o analfabetismo é duas vezes maior do que entre os brancos.

Desigualdades sociais
Para a professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e especialista em jovens e adultos Cláudia Vóvio, o perfil do analfabeto brasileiro reflete as desigualdades sociais do país. "Os dados estratificados mostram as mesmas desigualdades sociais. Onde estão os grupos com maior vulnerabilidade social é onde se encontram as maiores taxas de analfabetismo", analisa.

Na avaliação de Ireland, é preciso reconhecer que o analfabetismo vem diminuido no país, mas ainda de forma lenta. Em 2000, o Brasil assinou o compromisso Educação para Todos, estabelecido durante a Conferência Mundial de Educação em Dacar. Entre as metas, está a redução das taxas de analfabetismo para 6,7% até 2015. Segundo a Unesco, se os índices continuarem caindo nesse ritmo, o Brasil não cumprirá o acordo.

"O Brasil tem avançado bastante a partir do momento que estabeleceu uma política nacional de educação para jovens e adultos, mas o esforço ainda não está refletido nos números. Acreditamos que ainda precisamos de mais recursos para atuar nessa área", defende o especialista.
by uol.com.br

terça-feira, 2 de setembro de 2008

NOS 4 BANDA



A banda pernambucana- Nós 4 -começa a ganhar o Brasil. João, Juliana, Pierro e Chacon DÃO SHOW de interpretação arranjos e comunicação com o público tendo um repertório versátil de músicas da terra e internacional rock e pop.