quinta-feira, 29 de setembro de 2011

POR UM TRÂNSITO MELHOR

SEJA GENTIL, RESPEITE O PEDESTRE!
PACIÊNCIA NO TRÂNSITO É FUNDAMENTAL,E VAMOS ANDANDO.
ANDANDO CONSCIENTE DE NOSSOS DIREITOS E DEVERES.
SEJA ATENTO E GENTIL.
COMUNIQUE-SE COM ATENÇÃO.
AGRADEÇA AOS QUE LHE DÃO PASSAGEM, FIRME O POLEGAR.

Código QR: La nueva manera de “leer” información con el celular Los teléfonos pueden decodificar una serie de símbolos, para acceder a más datos.




PorMARCELO BELLUCCI
mbellucci@clarin.com



























Cómo codificar algo propio


La cultura del QR comienza a despegar del ámbito tecnológico para incursionar en los espacios urbanos, los cines y hasta en la moda. Estos códigos otorgan una vía para ampliar información y trazar un puente entre un objeto físico y otro digital.

La aplicación de estos códigos alfanuméricos es tan amplia como ingeniosa. Se los puede encontrar en vallas publicitarias para acceder a promociones, en carteles callejeros para compras o en alguna agenda cultural. También en una tarjeta personal para adjuntar datos o un CV. En páginas Web para descargar música, videos o soft.

El código QR (por Quick Response o Respuesta Rápida) constituye la evolución del popular código de barras. Su beneficio es la cantidad de información que pueden almacenar en un cuadrado bidimensional. Algo así como 7.000 dígitos, 4.000 letras o una imagen o archivo de hasta 3KB.

Para manipularlos se necesita un teléfono inteligente con cámara de fotos y una aplicación que decodifique los datos digitalizados en el gráfico. El resto es pura intuición. Basta con ingresar al soft y enfocar este cuadrado con la cámara del móvil. De inmediato, va a reconocer los tres cuadrados menores y capturar la imagen en forma automática. En pantalla va a salir: Abrir navegador, Compartir por correo electrónico o por SMS.

El gráfico se puede grabar en espacios reducidos (prendedores, tarjetas o etiquetas). Y si algún sector del código –hasta en un 30%– está deteriorado o borroso es capaz de interpretarlo igual.

Según una encuesta de MGH un 32% de los usuarios de smartphones afirman haber usado uno de estos códigos y un 70% señaló estar interesado en hacerlo. Entre los celulares que más aprovechan este sistema, los de Apple alcanzan el 68%, los de Android tienen un 26% y los de BlackBerry un 4%.

Las posibilidades que ofrece son tan amplias, que el legislador Ezequiel Fernández Langan presentó un proyecto de Ley que propone implementar el Código de Respuesta Rápida en la Ciudad de Buenos Aires. La intención es ampliar información audiovisual sobre actividades culturales, patrimonio histórico, sitios de interés como monumentos y esculturas, plazas, parques, jardines y lugares turísticos. Los códigos también estarán ubicados en carteles, afiches, folletos, volantes, panfletos.

Entre los soft gratuitos para leer QR se destaca, en Android, el Barcode Scanner ( http://code.google.com/p/zxing ). Para el iPhone el TapReader ( appshopper.com/utilities/tapreader ). El Barcode Reader ( http://mobilecodes.nokia.com/scan.htm ) es para el SO Symbian. Para los BlackBerry se puede apelar al Beetagg ( http://get.beetagg.com ). El proceso también se puede realizar desde una PC de escritorio o una tableta. El nexo en cuestión es el BarCapture ( http://www.jaxo-systems.com/hom e).

Chávez salió a desmentir los rumores y dijo que "va bien"

Chávez salió a desmentir los rumores y dijo que "va bien"

A Ficha Limpa faz um ano hoje

Luis Morago - Avaaz.org para mim

Queridos amigos do Brazil,



A Ficha Limpa faz um ano hoje-- mas seu destino ainda está ameaçado. O Supremo Tribunal Federal pode vota-la inconstitucional e os Ministros estão divididos. Entretanto, a Presidente Dilma está para escolher o 11 Minsitro que dará o voto final. Vamos fazer história transformando esse primeiro aniversário numa vitória final para varrer a corrupção para fora do Brasil. Assine a petição urgente para Dilma e mande para todos:


Hoje a Ficha Limpa faz um ano, entretanto nossa grande vitória contra a corrupção pode ainda perder a grande batalha, a não ser que a Presidente Dilma a salve.

O Supremo Tribunal Federal está para decidir se a Ficha Limpa será legal e efetiva para 2012 ou não, mas o STF está dividido e sob a pressão de poderosos interesses daqueles que querem destruir a lei. A Presidente Dilma deve indicar um novo Ministro que irá salvar ou destruir a Ficha Limpa para sempre. Nós temos brigado e vencido cada luta em relação a Ficha Limpa. Vamos nos juntar mais uma vez e pedir para Dilma que escolha um Ministro comprometido a varrer a corrupção do país.

A Ficha Limpa está na corda bamba. Vamos juntos, mais uma vez, ter a certeza de que são as pessoas, e não políticos corruptos, que determinam o futuro do nosso sistema político. Clique aqui para assinar a petição pedindo para Dilma escolher um Ministro anti corrupção para o STF e depois envie para todos -- nossa petição será entregue ao escritório da Dilma quando conseguirmos 250.000 assinaturas:

http://www.avaaz.org/po/rescue_ficha_limpa/?vl

No início desse mês nós entregamos aos conselheiros de Dilma uma poderosa petição com 150.000 assinaturas pedindo um Ministro anti corrupção. Logo depois do nosso encontro, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministro Gilberto Carvalho, disse: “Eu vou agora mesmo lá embaixo falar com a Presidente sobre essas assinaturas”. E o Ministro Jorge Hage nos assegurou que levaria nossas vozes e esperanças diretamente à Presidente.

O Procurador Geral e outros juristas afirmam que a lei anti corrupção é totalmente constitucional. Entretanto, a legalidade da Ficha Limpa tem sido questionada e o Supremo Tribunal Federal está para tomar uma decisão final nos próximo dias, assim que a Presidente substituir a Ministra Ellen Gracie que se aposentou e era uma apoiadora da Ficha Limpa. Com o STF dividido, essa escolha é crucial. Existem rumores de que há um lobby pesado de políticos “sujos” tentando acabar com a lei por meio de um Ministro anti Ficha Limpa. Vamos sobrecarregar o lobby deles com as nossas vozes pedindo por justiça.

Hoje, estamos celebrando o primeiro aniversário da Ficha Limpa. Vamos fazer tudo que pudermos para transformar esse momento de esperança numa vitória final na nossa luta para derrotar a corrupção e limpar a nossa democracia. Assine agora para dizer a Dilma para tomar a decisão certa:

http://www.avaaz.org/po/rescue_ficha_limpa/?vl

Quando todos disseram que isso seria impossível, juntos, nosso poder derrotou os esforços de políticos corruptos que tentaram impedir a aprovação da Ficha Limpa no Congresso. A cada passo desse processo, nosso movimento tem respondido com paixão, criatividade, tática e pressão popular -- vamos superar essa etapa final e construir um sistema justo e limpo que proteja nossos direitos e legitime nossas aspirações por uma forte democracia no Brazil.

Com esperança e determinação,

Luis, Diego, Caroline, Morgan, Alice, Ricken and the rest of the Avaaz team

Mais informações:

Aniversário da Lei da Ficha Limpa será comemorado na Câmara (Agência Câmara)
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/203298-ANIVERSARIO-DA-LEI-DA-FICHA-LIMPA-SERA-COMEMORADO-NA-CAMARA.html

STF decidirá sobre Ficha Limpa em outubro; expectativa é que lei possa ser aplicada em 2012 (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/09/24/stf-decidira-sobre-ficha-limpa-em-outubro-expectativa-que-lei-possa-ser-aplicada-em-2012-925436018.asp

Supremo põe lei da Ficha Limpa na corda bamba (Estadão)
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,supremo-poe-lei-da-ficha-limpa-na-corda-bamba,765367,0.htm

Ficha Limpa nas eleições de 2012 ainda é dúvida (Portal R7)
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/ficha-limpa-nas-eleicoes-de-2012-ainda-e-duvida-20120923.html

Procurador-geral defende constitucionalidade da Ficha Limpa (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/poder/965963-procurador-geral-defende-constitucionalidade-da-ficha-limpa.shtml

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A DESCONSTRUÇÃO DA CIVILIDADE

Ranulfo Cardoso Jr. (*)


Se há civilidade, se construímos um arcabouço de regras para o convívio social, isto se deve às pessoas que pararam e pensaram sobre os acontecimentos em seus ambientes.

É a esta reflexão a que me reporto quando, tomado pelo eterno sofrimento da perda de um ente querido, comungo com muitos conterrâneos, amigos e familiares o sentimento de indignação quanto à decisão pusilânime, assumida pelo Tribunal do Júri de Campina Grande, nesta tarde de 21 de setembro de 2011, em não criminalizar o assassinato de que foi vítima, há 17 anos (!), a menina ROBERTINHA, ícone de toda uma geração de vítimas do trânsito em nossa cidade.

Robertinha teve sua vida ceifada aos 11 anos por um irresponsável que, fazendo um 'pega' às 5 da tarde na avenida Severino Cruz atropelou a garota quando ela saía da Escola Regina Coeli e pensava em voltar para casa para comemorar com os seus pais o resultado da sua aprovação naquele ano letivo. Era 30 de novembro de 1994, quando o assassino tomado pelo ódio – comum a todos aqueles que fazem do seu carro uma arma – arremessou a garota a mais de 15 metros sobre o muro da Sociedade Médica de Campina Grande, acabando com sua vida e destruindo os sonhos de sua mãe, pai, irmã, familiares, professores, coleguinhas.

Campina Grande, àquela época, foi às ruas exigir JUSTIÇA. Hoje, os 17 anos que esperamos pela justiça dos homens, foram transformados em impunidade e, institucionalmente, banalizou-se a VIDA!

Diante dos últimos acontecimentos no segmento trânsito se vê claramente que algo está errado e é preciso mudanças nas leis brasileiras. Cada vez mais se vê pessoas morrendo no trânsito pelos mais diversos e cruéis motivos. Na maioria das condenações os culpados pagam cesta básica ou realizam prestações de serviço comunitário com, por exemplo, pintar muros.

Enquanto em outros países o cidadão que comete crime de trânsito fica preso, aqui no Brasil se paga fiança para não ser preso. A vida humana está banalizada e nada se vê de concreto na contenção de ânimos exaltados. Cada vez mais se mata e nada é feito realisticamente para conter a criminalidade. As leis brasileiras favorecem aos sádicos e loucos agirem consciente e descaradamente nas ruas brasileiras.

São 50 mil (cinquenta mil) mortes anuais no Brasil por negligência e imprudência de condutores motorizados, pedestres, motociclistas, ciclistas. A cultura brasileira tem em seu âmago a banalização da vida. O trânsito é uma parte do segmento social e serve muito bem como denunciador da mentalidade dos brasileiros.

É preciso educação constante, combate à corrupção ativa e passiva, melhorias nos testes psicológicos dos futuros e atuais motoristas, condenação exemplar aos que teimam matar no trânsito e fechamento de autoescolas que incentivam desobediência às leis de trânsito.

Quando algo anormal passa a ser “normal” é necessário revisar os conceitos dentro de uma nação. A civilidade é fruto de doutrinação dos instintos e discernimento dos atos bárbaros. Quando se vive cotidianamente sem discernimento aos atos o cidadão segue sua vida condicionado, não lúcido, ao que faz.

O Tribunal do Júri de Campina Grande perdeu hoje a enorme oportunidade de promover o direito à vida como um bem maior e, com tal atitude, se apequenou em termos de representação da vontade da maioria dos paraibanos de construir uma sociedade mais justa e solidária!





Ranulfo Cardoso Jr. É médico, professor de Saúde Pública, coordenador adjunto do curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande (PB).

Arranca hoy el Festival de Poesía

Arranca hoy el Festival de Poesía

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

ARGENTINOS E FACEBOOK POR EL CLARIN

Los argentinos son los que más usan Facebooken toda América
Cada uno pasa más de 10 horas por mes en el sitio. El país está segundo a nivel mundial en tiempo de conexión, detrás de Israel. Aquí hay 16.800.000 usuarios de la red social.

Mariana García
magarcia@clarin.com Mostrarse. Contarle al mundo la importancia de haber comprado una camisa nueva o estar a punto de sentarse a comer una ensalada de radicheta. Reencontrarse con ese amor de la primaria y descubrir treinta años después que ahora trabaja como taxi boy. Creer ciegamente que se pueden tener amistades de a miles con tan solo cambiar la lista de “contactos” por la de “amigos”.
Facebook abrió un océano de emociones encontradas y los argentinos no dudaron en zambullirse con la misma contundencia que lo haría un elefante en la pelopincho. Y así, se consagraron en el podio de los “cara de libro”: son los que más tiempo pasan en el continente con el Facebook abierto para contarle al mundo detalles de su vida. Según una encuesta de la consultora comScore Media Metrix,los argentinos le dedican un promedio de 21,2 minutos cada día. Todos estos minutos juntos suman 635,5 por mes. Es decir, quecada usuario en el país dedica 10,6 horas de su vida por mes al arte de relacionarse por la mayor red social que haya dado Internet.
Facebook fue creado hace siete años por un geniecillo de la computación, el norteamericano Mark Zuckerberg. Consiste básicamente en una plataforma que permite que la gente se conecte entre sí. Allí, cada usuario puede enviar mensajes, subir fotos, compartir videos y hasta pensamientos tanto profundos como de los más banales. Cada miembro de esta “comunidad virtual” puede elegir entre compartir el material sólo con sus “amigos” o abrirlo a todos los que visiten la página.
Pero el gran éxito de Facebook radicó en una idea simple: los “amigos” de mis “amigos” son mis “amigos”. Entonces, los usuarios descubrieron que la mesa del bar podía multiplicarse al infinito aunque ya no estuvieran ni el cortado ni el mozo que lo sirviera.
Como un pez glotón, la red creció y creció. Se armaron reglas especiales –jamás mandar al frente a un amigo o revelar secretos muy íntimos– y hasta las revoluciones –como la reciente de Egipto– encontraron en este mundo virtual el espacio para desarrollar un embrión.
Podría decirse que el ego de los argentinos descubrió aquí el lugar perfecto. En este ránking de países donde más minutos se les dedica a Facebook, Argentina sólo es superada por Israel en todo el mundo.
Según la empresa Socialbakers,en el país existen 16.794.120 usuarios. Representa el 40,62 por ciento de la población, aunque allí habría que descontar los facebooks apócrifos o los miles de comerciantes que utilizan la red como publicidad gratuita. Los especialistas creen que cuando un país llega al 50% de su población, encontró su techo. En la región, Brasil, con apenas 13,4 por ciento de su población conectada a la red es uno de los que más creció en los últimos meses.
En esta lista, Argentina aparece en el puesto 12 de usuarios de Facebook a nivel mundial. En Latinoamerica, apenas lo superan México y Brasil, con menor porcentaje de usuarios comparado con el total de su población.
De los 750 millones de usuarios que el sitio tiene en el mundo, 155 son de su patria natal, Estados Unidos. Sin embargo, los norteamericanos están lejos del fanatismo diario de los argentinos. Si el promedio aquí es de veinte minutos, en Estados Unidos es catorce. Los norteamericanos están en el puesto nueve, por debajo, incluso de Venezuela y México.
Sebastian Yoffe, de comScore, empresa que realizó el estudio mundial, señala: “Si vemos el ranking, notamos que en los primeros puestos hay muchos países de latinoamérica como Argentina, Chile, México, Colombia. Esto se da porque en América Latina los usuarios de tecnologías siempre están abiertos a usar las nuevas herramientas que nos da la Web. Además, a eso le tenemos que agregar quea los latinos nos gusta más comunicarnos con amigos, nuestro carácter sociable que nos hace estar muy presentes en las redes sociales”.
Pero para explicar las razones del furor por Facebook, primero hay que entender la explosión que Internet provocó entre los argentinos. Los especialistas sostienen que Argentina es uno de los países con más alta penetración de Internet. Las cifras lo demuestran: Existen 12,9 millones de usuarios y Argentina está tercera en Latinoamérica, detrás de Brasil y México. Pero además, los argentinos son entre los latinos los que más horas dedican a estar online. Siempre según el estudio de comScore, cada mes, un argentino le dedica a Internet 27,4 horas de su vida. Algo que ni brasileros –con 25,7 horas– ni mexicanos –con 25,1– hacen. Es más, a nivel mundial, los argentinos superan en cuatro horas el promedio de tiempo online. Y en esa franja, los que tienen entre 15 y 24 años son los más adictos: sus horas mensuales suman 33,1.
Algunos no podrían dejar de vivir sin su Facebook y cada actualización es una cuestión de vida o muerte. De tan apasionados, lo llevan en su celular y la vida se les organiza allí. Para otros, es apenas una herramienta para mantenerse cerca de afectos lejanos.
Marginados, obsoletos y demodé, en el otro extremo, ya hay varios grupos que reclaman su derecho a no ser encontrados por esos viejos compañeros de la primaria y exigen indeminizaciones de aquel que colgó la foto del acto de cuarto grado.

domingo, 18 de setembro de 2011

REVISTA. BRASILEIROS. PALAVRAS DE BRASILEIROS

Estou assinando uma coluna NA REVISTA BRASILEIROS PALAVRAS DE BRASILEIROS
Leiam, mandem idéias.
A revista tem um grande formato editorial de excelente qualidade e traz brasilidade em formato e conteúdos.
Paulo Vasconcelos

Cícero Dias biografia por JC PE

LITERATURA
O mundo que Cícero Dias viu
Autobiografia do artista plástico é lançada
É grandiloquente alguém tomar para si a certeza de ter visto o mundo. Mas em se tratando do artista plástico pernambucano Cícero Dias (1908-2003), é possível concordar com o tanto da megalomania contida na frase. Seu mundo foi o século 20 de Hitler, da Paris ocupada, das rupturas necessárias do modernismo, de Pablo Picasso, de André Breton, do maracatu e da terra molhada da zona rural onde nasceu. Imagens que ficaram pintadas em sua memória – e na sua arte – com tintas fortes: verde canavial, vermelho sangue-de-boi e azul céu sertanejo. Sim, compostas cores tropicais, porque antes de tudo ele foi um menino de engenho.
Eu vi o mundo é a autobiografia do homem que sonhava em ser escritor – desejo que a pintura, vaidosa, não “permitiu” –, publicada agora pela Cosac Naify. O título da obra é também a metade do nome de batismo do seu trabalho mais famoso, Eu vi o mundo... Ele começava no Recife, exposto em 1931, em meio ao furor da arte moderna. Mas o público de então não era tão “moderno” para as cenas de erotismo que o artista evocava, e o trabalho acabou sofrendo depredação.
O desejo de fazer um livro memorialista era antigo em Dias. O processo de reunir as lembranças foi interrompido com a sua morte. Por isso, o jornalista e amigo do artista, Mario Hélio Gomes, sugeriu que sua mulher, a francesa Raymonde, continuasse a história onde ele havia parado. A segunda parte do livro, escrita por ela, tem um título que descreve bem o que foi a relação dos dois: Nós vimos o mundo. Altamente afetuoso, seu texto faz um contraponto interessante às memórias do pintor, dando informações que, por falta de tempo, não foram esmiuçadas.
Quem entrevistou o artista, não esquece a simbiose que ele vivia com a mulher. Dias, falastrão, sempre disposto a uma dose a mais, um homem que não se importava com as regras da idade, ônus cruel para quem viu o mundo; Raymonde, segura e atenta a regras e horários. Os dois eram Dionísio e Apolo na forma de um casal.
A edição da Cosac Naify para as memórias de Dias segue o padrão de capricho que cerca o catálogo da editora. A pesquisa para o livro resultou em notas que contextualizam personagens e passagens históricas mencionadas pelo artista. Um índice onomástico também integra a obra. As imagens que acompanham esta edição são raras: entre fotos de família de acervos pouco visitados, estão os desenhos feitos por Cícero para o balé Maracatu de Chico Rei, com argumento de Mário de Andrade. Os desenhos do figurino integram, pela primeira vez, a edição de um livro.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

El capitalismo ya no trata en R SENNETT

El capitalismo ya no trata en
serio el problema del desempleo
Sería bueno creer en el discurso de Obama de la semana pasada, referido a cómo recuperar puestos de trabajo. Más allá de su sinceridad, ni Estados Unidos ni Gran Bretaña eligen las herramientas adecuadas para paliar el drama de los que ya se cuentan por millones.

Richard Sennett
PROFESOR EMERITO DE SOCIOLOGIA, LONDON SCHOOL OF ECONOMICS Fue un discurso conmovedor. El presidente Obama prometió a los estadounidenses que los va a ayudar avolver a trabajar. El gobierno proporcionará más respaldo a los desocupados y los docentes; reconstruirá una infraestructura deteriorada; otorgará reducciones de impuestos a empleados y empleadores por igual; gravará a los extremadamente ricos. Quería creerle cada palabra.¿Pero podrá, en un acto de magia, sacar un conejo de la galera?
Durante sus primeros tres años de gestión, Obama descuidó los problemas de los trabajadores estadounidenses porque estuvo mal asesorado. Quienes dirigían su equipo económico, sobre todo Timothy Geithner y Lawrence Summers, se concentraron en la banca. Esos asesores consideraban que restablecer las fortunas de Wall Street era, llegado el momento, la clave para la creación de empleo. En los últimos tiempos, Obama ha incorporado personas con más idoneidad en temas laborales, pero tienen que hacer frente aproblemas muy profundos del mundo del empleo.
La mayor parte de quienes escuchan al presidente son más que conscientes de que son demasiadas las personas que aspiran a una cantidad ínfima de empleos, en especial los buenos empleos. Eso no es producto de la recesión. Durante más de una generación, la prosperidad económica de Europa y los Estados Unidos no ha dependido de una fuerza laboral local robusta, dado que el trabajo que necesitan las empresas puede hacerse de manera más barata, y a menudo mejor, en otra parte.
La revolución digital por fin concreta una vieja pesadilla: que las máquinas puedan reducir la necesidad de mano de obra humana. Para 2006, ese “efecto de reemplazo” era de 7% anual en el sector de servicios. Por otra parte, la viabilidad del trabajo de por vida en una empresa ya pertenece al pasado. El resultado de esos cambios es quehace mucho tiempo que los trabajadores occidentales conocen la inseguridad y el fantasma de la inutilidad.
Obama no abordó esos problemas estructurales en su discurso. ¿Cómo podía hacerlo? Se trata delos hechos más descarnados del capitalismo moderno, y los enemigos del presidente hace mucho que lo acusan de ser un socialista encubierto. Obama siempre se ha definido como centrista. Por esa razón enfrenta el mismo dilema que David Cameron en estilo centrista: ambos tratan de reducir el gobierno y estimular la economía.Los 447.000 millones de dólares que Obama promete gastar parecen mucho, pero el dinero que se pone de inmediato sobre la mesa es mucho menos, ya que las reducciones impositivas tienen por objeto concretar la parte más importante de la creación de empleo.
Esas medidas “efectivas en términos de costos” no significan gran cosa en lo relativo a abordar la gran magnitud de los problemas laborales. Invertir en proyectos de construcción supone una rentabilidad excelente. Sin embargo,tanto en Gran Bretaña como en los Estados Unidos, el desempleo entre los jóvenes no calificados ronda el 22%. Hace falta mucho dinero y capacidad de reversión para hacerlos competitivos en el mercado laboral.La cantidad de personas que padece un subempleo involuntario es en la actualidad de alrededor del 14% en ambos países. Se trata de trabajadores cuya riqueza declina de forma drástica cuando trabajan menos. Su ingreso necesita respaldo, pero también eso exige gran cantidad de fondos gubernamentales.
Los Estados Unidos calculan el desempleo de manera peculiar. Sus estadísticas oficiales no comprenden el subempleo ni la gente que no tiene trabajo durante más de seis meses, a la que clasifica como “trabajadores desalentados”.Economistas que no pertenecen al gobierno estiman que suman entre tres y cinco millones de personas que sin duda están desalentadas, padecen crisis familiares, alcoholismo y depresión, situaciones que se agravan a medida que persiste el desempleo.
El remedio estadounidense para esa situación es similar a la idea que subyace en la “gran sociedad” británica:dejar las cosas en manos de iglesias, asociaciones de voluntarios y “la comunidad”, que pasan a lidiar con las consecuencias personales y familiares del desempleo prolongado. En la práctica, eso significa quelas personas tienen que arreglárselas solas, dado que unefecto muy real de la recesión ha sido la mendicidad ante muchas de esas instituciones de la sociedad civil.
La “relación especial” tiene una vuelta de tuerca perversa en el ámbito laboral. Nuestras dos sociedades tienengran cantidad de empleados víctima de la inseguridad y cuyos problemas los gobiernos centrales abordan de forma tímida. Pero hay soluciones reales para los problemas del trabajo, y puede vérselas en el norte de Europa: en Escandinavia, Alemania y los Países Bajos. Esas economías más equilibradas han evitado el capitalismo financiero angloestadounidense. Sus gobiernos protegen a las empresas establecidas, sobre todo a las chicas, y proporcionan capital para el crecimiento cuando los bancos no lo prestan.
Noruega y Suecia han coordinado esfuerzos para incluir a los jóvenes en los empleos para principiantes, y tienen un desempleo juvenil de alrededor del 8%. Los alemanes dedican grandes recursos a la capacitación de la juventud, mientras que los holandeses complementan los sueldos de los empleados que trabajan media jornada. Hace mucho que las fábricas del norte de Europa analizancómo abordar la automatización de manera humana. ¿Por qué no aprendemos de ellos?
La elite angloestadounidense se opone con todas sus fuerzas a actuar como los europeos del norte: en Noruega no hay una City londinense, ni existe Apple. Eso genera una paradoja:nuestros grandes países piensan en chico respecto del trabajo y sus problemas.Tal vez sea cierto que la economía estadounidense es tan global y compleja que es poco lo que puede hacerse para resolver sus problemas en el plano interno. Pero Gran Bretaña tiene aproximadamente las mismas dimensiones que Alemania, y su ADN cultural es europeo del norte.
A pesar de que siento una gran admiración por Obama, después de su discurso no pude evitar pensar quese le ha acabado el tiempo. Piensa que sus reformas van a tener un efecto real durante los catorce meses anteriores a las elecciones. Sin embargo, a juzgar por el pasado, hacen falta unos tres años de medidas de estímulo gubernamental para que éstas tengan efecto en la economía de los Estados Unidos. Si las propuestas de obras públicas e impuestos de Obama se instrumentaran mañana, sus modestos efectos se sentirían durante la gestión del presidente Perry. En Gran Bretaña, el deterioro de las instituciones públicas consecuencia de la gran sociedad actual va a ser problema del primer ministro Miliband. Para romper con esa herencia maldita, en Gran Bretaña tenemos que empezar a pensar en grande y a actuar de forma decisiva respecto del trabajo, al igual que nuestros vecinos cercanos del norte.w
Copyright The Guardian, 2011. ?Traducción de Joaquín Ibarburu.

Ministro é vaiado na Faculdade de Educação da USP

Ministro é vaiado na Faculdade de Educação da USP

Juca Varella/Folhapress

Haddad enfrenta manifestação de estudantes ao chegar à Faculdade de Educação da USP

Pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Haddad ouve reclamações sobre metas do governo durante evento

LAURA CAPRIGLIONE, DE SÃO PAULO

Foi sob vaias que o ministro Fernando Haddad entrou ontem no auditório da Faculdade de Educação da USP para debater o Plano Nacional de Educação, que estabelecerá metas a serem cumpridas pelo governo em dez anos.

Foi também sob vaias e gritos de protestos que o ministro saiu, depois de quase duas horas de bate-boca com estudantes ligados a correntes da ultraesquerda uspiana.

Haddad até invocou sua condição de ex-líder estudantil a fim de tentar granjear alguma simpatia. Ele foi presidente do Centro Acadêmico 11 de Agosto, da Faculdade de Direito da USP. "Na minha época, nenhum ministro da Educação foi à faculdade discutir o que quer que fosse". Mas a gritaria continuou.

"Haddad, que porcaria, o Paulo Freire choraria", cantavam militantes do PSOL, do PSTU, da corrente Consulta Popular (ligada ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), lembrando o educador que fundou a chamada "Pedagogia do Oprimido".

O ministro falou a um auditório lotado por 350 professores e estudantes. Em outro salão, ao lado, mais 100 pessoas acompanhavam o debate, transmitido por um telão.

Haddad foi recepcionado pela diretora da Faculdade de Educação, Lisete Regina Gomes Arelaro, que mencionou o fato de que aquela era a primeira vez em 30 anos que um ministro da Educação visitava a faculdade.

Não sensibilizou os manifestantes, que protestavam contra o fato de o Plano Nacional de Educação prever a destinação de 7% do PIB para a educação. Eles querem 10%. "Haddad, eu não me engano, 7% é proposta de tucano!", bradavam.

O ministro ironizou a reivindicação. "É claro que eu queria que fosse até mais do que 10%. Mas não adianta dizer isso aqui. É o mesmo que pregar dentro da igreja. É preciso convencer a sociedade brasileira dessa necessidade. Só assim o Congresso Nacional aprovará", disse.

Segundo Haddad, o orçamento do MEC subiu de R$ 32,1 bi para R$ 69,7 bi desde que assumiu a pasta. "Nunca, desde os anos 30, se investiu tanto em educação como agora", afirmou, conquistando aplausos.

CANDIDATO

Até sua condição de pré-candidato a prefeito de São Paulo -ele é o candidato preferido de Lula no PT-, o ministro citou. Contra a pretensão de Haddad, existe a de Marta Suplicy, com quem ele deve disputar prévias.

"Vim aqui porque acho que esse debate é importante. À tarde, eu já sabia que haveria protestos contra mim. Qualquer marqueteiro diria para eu inventar uma desculpa e não vir. Mas eu preferi vir."

O DCE da USP, hoje dirigido pela chapa Todas as Vozes (PSOL e Consulta Popular), preparou faixas e cartazes para recepcionar Haddad. Uma delas manifestava apoio aos movimentos reivindicatórios em curso nas universidades federais. Até ontem, esses movimentos envolviam as federais de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Fluminense, Paraná, Espísrito Santo, entre outras.

domingo, 11 de setembro de 2011

‎11/09 comemoração

‎11/09 comemoração DISFARCE do IMPÉRIO ASSASSINO NO MUNDO E DISFARÇAR A DEPRESSÃO DO MESMO PAÍS.
Paquistão faz ato de repudio a esta comoção dos 10 anos das Torres, pois isso exacerba o preconceito aos muçulmanos em geral.A TELESUR até aqui apenas mostrou isto

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Altamiro Borges: Dirceu, Veja e o tribunal midiático

Altamiro Borges: Dirceu, Veja e o tribunal midiático: Por Washington Araujo, no Observatório da Imprensa : Espanto, perplexidade, surpresa. Alguém em sã consciência poderia dizer que...

Altamiro Borges: Dirceu, Veja e o tribunal midiático

Altamiro Borges: Dirceu, Veja e o tribunal midiático: Por Washington Araujo, no Observatório da Imprensa : Espanto, perplexidade, surpresa. Alguém em sã consciência poderia dizer que...

La actualidad de la crónica: sexo, drogas y relatos

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Murió el filósofo León Rozitchner

Murió el filósofo León Rozitchner

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Um banqueiro vai mandar na Veja


Retirado do Blogdomiro
Por Altamiro Borges

Na semana passada, a Abril anunciou o seu novo presidente executivo – que tomará posse em 26 de setembro. Fábio Barbosa, que presidia o conselho do Banco Santander, terá enorme poder. Além de comandar a “reestruturação financeira” da empresa – que registrou em 2010 uma receita líquida de R$ 3,028 bilhões –, ele cuidará dos negócios da famiglia Civita nos setores de mídia, gráfica e distribuição. Também integrará o conselho editorial das publicações do Grupo Abril, entre elas, da criminosa revista Veja.

Fábio Barbosa gosta de trabalhos “pesados”. Em 2007, ele comandou a fusão do Real com o Santander, assumindo a presidência do banco espanhol no Brasil. Neste processo traumático, milhares de bancários foram demitidos. Como lembra Paulo Salvador, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e da Rede Brasil Atual, o novo executivo do Grupo Abril é bom de conversa:

“Sorriso de banqueiro”

“Muito além do sorriso de banqueiro feliz com a vida, Fábio Barbosa esforçava-se para pregar ética no meio dos banqueiros... [Na sua gestão no Santander] os espanhóis se aproveitaram da liquidez na economia brasileira para remeter alguns bilhões de euros para a matriz”. As credenciais de executivo “hábil e eficiente” foram citadas por Roberto Civita como motivos para a sua contratação.

Na verdade, ambos já se conheciam há muito tempo. Barbosa integrou o conselho de administração do Grupo Abril entre março de 2004 e fevereiro de 2007. Como ex-agente do sistema financeiro, ele é um especialista em mercado de ações e a famiglia Civita tem um projeto antigo de ofertar ações. Em 2006, ela entrou com pedido de abertura de capital, mas o processo foi interrompido com a venda de 30% das ações para a Nasper, grupo de mídia da África do Sul conhecido por seu histórico racista.

O espectro da “profissionalização”

Ainda não dá para saber quais serão os principais impactos da contratação do banqueiro para o comando do Grupo Abril. O dono da empresa, Roberto Civita, afirma que o objetivo é puramente gerencial. “A sua vinda fortalecerá a Abril em todos os sentidos, marca um passo importante na profissionalização do grupo e assegura a manutenção dos nossos valores”. No mesmo rumo, o jornal Valor, após citar várias alterações gerenciais na empresa, garante que “a mudança visa a profissionalização”.

Com base na experiência de Fábio Barbosa na direção do Santander, é bom os trabalhadores do Grupo Abril ficarem espertos. Já no que se refere à linha editorial das publicações da famiglia Civita, só a vida vai provar se o tal discurso “ético” do ex-banqueiro servirá para alguma coisa. Afinal, a revista Veja abandonou totalmente esse objetivo e está mais suja do que pau de galinheiro.

“Por que não nos indignamos?”

No seu último artigo como colunista da Folha, Barbosa deixou implícito que é adepto da partidarização da mídia. Após criticar a corrupção no Brasil, ele repetiu o recente bordão de setores da direita: “Por que não nos indignamos?”. Para o novo integrante do covil do conselho editorial da Veja, “a imprensa e a opinião púbica têm importante papel nessa jornada, mantendo a chama acesa e apontando novos caminhos”. Além dos trabalhadores da empresa, a sociedade também deve ficar esperta!