REDES

domingo, 22 de setembro de 2019

BASTA DA NECROPOLÍTICA !!!!!!


A MORTE COMANDA O RIO NA IRRESPONSABILIDADE-GENOCIDA




POR OUTRO LADO O 247 NOS DIZ:
 http://bit.ly/2ktPYeN

"Morte de Agatha representa a política de extermínio dos pretos pobres", diz Jean Wyllys

O ex-deputado Jean Wyllys, que se exilou após sofrer ameaças de bolsonaristas atribui ao governador Wilson Witzel o assassinato da menina Agatha, atingida por disparos da PM. "Trata-se de um sociopata com inclinações genocidas que leva ao paroxismo uma política em curso no Brasil desde o fim da escravidão. Um mentiroso racista que deseja interditar o futuro dos negros, em especial das mulheres pretas", afirma

247 – O ex-deputado Jean Wyllys atribuiu ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, o assassinato da menina Agatha, de apenas oito anos, que foi mais uma vítima da suposta "política de segurança" implantada no estado. "Sua morte precoce e violenta, portanto, não se resume à dor de sua família, à qual deixo minha solidariedade: assim como o assassinato de Marielle Franco, também uma mulher preta e da favela, o fim de Ágatha representa uma política de extermínio dos pretos pobres (os considerados excedentes descartáveis da sociedade de consumo do capitalismo neoliberal), disfarçada de "guerra às drogas" ou de "política de segurança", e representa também uma política de mais obstáculos à mobilidade social e à conquista de novos espaços sociais e de poder por parte dos negros, em especial das mulheres pretas", afirma, em coluna publicada no Uol.
LEIA E PRESTIGIE 247 http://bit.ly/2ktPYeN

sábado, 21 de setembro de 2019

A Conquista do Pão': padaria comunista seduz clientes do mundo

Facebook/Reprodução
nome La Conquête du Pain [“A Conquista do Pão”] é uma referência direta ao livro de Piotr Kroptkine, teórico do anarcocomunism
http://bit.ly/2kwJ7Bq

O Opera Mundi nos oferece matéria inusitada.
O mundo aponta sinais que nem tudo está perdido!!
Vale conferir!


A Conquista do Pão :  padaria comunista seduz clientes do mundo inteiro nos arredores de Paris



Sem chefe nem acionista, ela funciona em regime de cooperativa desde que foi fundada, há quase 10 anos, por dois ativistas libertários, Thomas, do grupo radical antifascista “No Pasaran”, e Pierre, da Federação Anarquista da França


RFI RFI

O nome La Conquête du Pain [“A Conquista do Pão”] é uma referência direta ao livro de Piotr Kroptkine, antropólogo e geólogo moscovita do fim do século XIX, e principal teórico do comunismo libertário, ou do chamado “anarco-comunismo”. Nada é por acaso nesta padaria fundada em 2010 em Montreuil, na região parisiense. Ela é uma cooperativa autogerida por seus próprios funcionários, onde todos decidem o valor de seus salários, o número de horas trabalhadas por semana e o preço final dos produtos, geralmente 20% a 30% mais baixo do que o praticado no mercado. O critério para fazer parte desta iniciativa? Ser “revolucionário” e recusar o funcionamento “padrão” baseado no lucro a todo custo. A RFI foi conhecer a padaria comunista cujos lanches desaparecem da vitrine em questão de minutos, e que atrai turistas do mundo inteiro
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Leia mais em:http://bit.ly/2kwJ7Bq

Poetas do Sertão do Pajeú - Documentário em curtametragem

Pela primeira vez, prêmio HQMix tem dez categorias com mulheres como vencedoras-Brasil de Fato

foto por : http://bit.ly/2kVg7Dy

Brasil de Fato, sempre com pautas mescladas de qualidade e interesse do público que curte cultura e política, nos entrega uma matéria sobre HQMix, parabéns! Nossa amiga Janaína Calaça chamou-me atenção para a mesma, bacana!


Pela primeira vez, prêmio HQMix tem dez categorias com mulheres como vencedoras

http://bit.ly/2kVg7Dy

Novo quadro do Programa Brasil de Fato fala sobre a cultura nerd/geek atrelada à política e direitos humanos

No domingo (15), aconteceu a premiação do 31º Troféu HQmix — o Oscar dos quadrinhos brasileiros. Nele, uma série de autores, roteiristas, ilustradores, coloristas, letristas, jornalistas e pesquisadores foram homenageados por seus projetos ao longo do ano.
Esse troféu envolve muita gente e muitas obras, mas sempre foi visto como uma premiação conservadora e tradicional. O diferencial, em 2019, foi justamente a premiação de várias mulheres, quadrinistas negros e da comunidade LGBT. Uma luta já antiga dentro do mercado das histórias em quadrinhos (HQs). 
Ao todo, foram 10 categorias com mulheres que receberam o prêmio e mais de 20 foram indicadas. E dentro do nicho das HQs aqui no Brasil, isso nunca aconteceu antes. Foi a primeira vez que as obras delas foram, de fato, premiadas. Na hora de subir ao palco e pegar a estatueta, muitas tiveram discursos inspiradores e feministas.
"É importante lembrar que eu sou uma mulher e estou ganhando esse prêmio. Vocês podem nos chamar para outras coisas que não sejam falar 'como é ser mulher nos quadrinhos', falamos também de política, de roteiro, de desenho, de projeto editorial. Enfim. Nos chamem para falar além disso", disse Jéssica Groke, uma das vencedoras da noite.
Criado em 1989 por João Gualberto Costa e José Alberto Lovetro, o HQmix recebeu esse nome por relembrar a seção sobre quadrinhos que os dois possuíam no programa TV Mix 4, da Gazeta, que era apresentado pelo Serginho Groisman. Ele é apresentador do prêmio desde a primeira edição.
Todos os anos, o design do troféu — uma estatueta dourada, que muda a cada edição e é produzida por um escultor convidado — veio em comemoração aos 150 do personagem Nhô Quim, desenvolvido pelo cartunista Ângelo Agostini. 
Leia  mais em :http://bit.ly/2kVg7Dy

Chango Spasiuk: “La música echa luz sobre la ignorancia”



Leia mais em : http://bit.ly/2mks5XA

Apesar  do veículo midiático ser terrível, mas tem uma excelente matéria sobre um grande músico  Argentino.Vale a pena ler e ouví-lo sempre.Enche-nos de um pouco de nostalgia, mas de uma beleza fantástica. Acordeon e tango foram feitos um para o outro!





Chango Spasiuk: “La música echa luz sobre la ignorancia”
http://bit.ly/2mks5XA

El acordeonista misionero celebra 30 años de carrera profesional. Chamamé, diversidad cultural y contradicciones argentinas.

Se sienta al piano, un Blüthner de cola con anotadores y un vinilo de Quincy Jones sobre la tapa, y gatilla: “Esto es un do sostenido menor, esto es Beethoven, esto no lo tocás en el acordeón porque te queda incómodo… A partir del piano encontrás formas armónicas que son diferentes a las que saldrían desde el acordeón”, cuenta Chango Spasiuk antes de recorrer con elegancia los primeros compases de “Claro de Luna”, sonata cuya melancolía rebota contra las paredes del cuarto donde guarda sus acordeones bañados de nácar, los cajones peruanos, el equipo de música, el portarretrato de Atahualpa Yupanqui.
Cuando uno compone está buscándose a sí mismo desesperadamente, y aparecen las posibilidades de las texturas, de los ensambles, las posibilidades del sonido, de los tipos de cadencia, de componer en el piano y no en el acordeón. Así nace la música de uno, en la búsqueda permanente, y cuando te querés dar cuenta pasaron 30 años y no podés creer todo lo que pasó”. Eso incluye, entre otras cosas, grabaciones con Mercedes Sosa, mates con Andrés Calamaro, camarines con Cyndi Lauper, escenarios con Divididos, once álbumes y la vuelta al mundo en chamamé, género que lo encuentra entre sus máximos referentes.
Leia mais Chango Spasiuk: “La música echa luz sobre la ignorancia” ...http://bit.ly/2mks5XA

A Greve Global pelo Clima por Outras Palavras- Hispantv



Por Outras Palavras  http://bit.ly/2ksr1QW

O Outras Palavras saiu a frente na matéria enxuta e esclarecedora no Movimento Mundial de protestos sobre a questão Ambiental- do Clima pelo Mundo.
A referida matéria traz fotos e comentários de alguns países que se envolveram, mais destacadamente a meu Juízo, sobre tal questão.
Destaca o Brasil entre os países com fotos da Av Paulista.Vale a pena ver toda a reportagem, que é bem ilustrada.
Abaixo anexamos vídeo -fragmento de resumo de notícias da Hispantv-http://bit.ly/2kIKxZL




Vejam, leiam abaixo  matéria de Outras palavras :

Anatomia e imagens do grande protesto global



Não foi apenas a maior manifestação já realizada contra a destruição do planeta. Foi um sinal claro de que aumenta a consciência sobre as causas do problema e de que o movimento pode tornar-se ator central na contestação do capitalismo
por 
http://bit.ly/2ksr1QW

Se não é possível ocultar um protesto, tente esvaziá-lo de sentido. A Greve Global pelo Clima estava convocada há dois meses, mas a velha mídia brasileira fez o possível para não vê-la – muito menos, narrá-la. Agora que isso tornou-se impossível, pois milhões foram às ruas no primeiro dia da semana de ações, as fotos se espalharão pelos portais, jornais e noticiários de TV. Os textos tomarão, no entanto, o cuidado de omitir três pontos centrais. Primeiro: cresce, junto com as marchas, a consciência de que o planeta não é ameaçado “pelo ser humano” – mas por um sistema que obriga multidões a devastarem a natureza (ao privá-las de outro modo de subsistência) e que promove, em busca do lucro, o consumismo, o desperdício e a obsolescência programada. Segundo: esta consciência deixou de ser um fenômeno restrito às sociedades ricas ou às classes com mais acesso à informação. À medida em que as consequências do aquecimento global espalham-se, surgirá talvez um fenômeno oposto: as maiorias pobres, principais vítimas, podem converter-se na grande força a tomar as ruas e exigir mudança. Terceiro: a omissão dos políticos tem um preço. Embora tenha se difundido pelo mundo, os protestos foram e tendem a ser maiores e mais ácidos nos países cujos governantes desdenham da crise.

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Para ler  mais vá ----http://bit.ly/2ksr1QW


bem ilustrada.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Argentina: el Festival Internacional de Cine Migrante festeja sus 10 años -por Nodal

por parquechasweb.com

Festival de peso que começou em 2010-CineMigrante nesta edição deste ano - de 10 a 22.09.2019 apresenta um farto material de películas e tem o Brasil representado - Claudio  Marques e Suely  Rolnik . Florencia Mazzadi diretora do festival assim se  reporta ao evento:"El Festival de Cine Migrante nunca se conformó con ser una muestra de películas. Siempre fue un encuentro artístico y político que se expande desde las pantallas hacia toda la ciudad, convirtiéndose así en  una de las muestras más potentes que se realizan en Buenos Aires, la capital argentina.
Vejam matéria do portal Nodal - http://bit.ly/2kgKRP0Por Daniel Cholakian – Nodal Cultura
Entre el miércoles 11 y el domingo 22 de septiembre se realizará en Buenos Aires la 10° edición del Festival Internacional de Cine Migrante. La apertura del mismo se realizará en en el Centro Cultural Gral San Martín con la proyección de la película Shelter. Farrewell to Eden de Enrico Masi.

Al cumplir 10 años el Festival, su directora Florencia Mazzadi reflexiona sobre el trabajo que comenzó en 2010. “Al iniciar CineMigrante nosotras entendíamos que el tema migratorio ya tenía la centralidad que tiene hoy. Lo que cambió entendemos es la magnitud con la que por momentos el fenómeno toma presencia. Siria y ‘la crisis de los refugidos’; las crisis económicas y el establecimiento de políticas restrictivas para el ingreso de migrantes; son alguno de los factores que colocan a los migrantes en las tapas de los diarios y entonces parece que comienzan a existir”.
“El arte hoy claramente se ha volcado más a representar este fenómeno sea por la necesidad como todo buen arte de reaccionar ante las barbaridades del sentido común, sea para ‘indignarse humanitariamente’ por ver ‘cosas que antes no veìa’ (culpa colonialista). Sea por el motivo que sea, nosotras damos la bienvenida a esta posibilidad de dialogar con mayor volumen de producciones, con diversos lenguajes y modos de representación de la contemporaneidad migratoria”.
El Festival de Cine Migrante nunca se conformó con ser una muestra de películas. Siempre fue un encuentro artístico y político que se expande desde las pantallas hacia toda la ciudad, convirtiéndose así en  una de las muestras más potentes que se realizan en Buenos Aires, la capital argentina.
Este año el Festival tendrá actividades en 15 sedes de Ciudad de Buenos Aires, Avellaneda y Vicente López, y contará con películas de 37 países diferentes. De América Latina se proyectarán obras de Argentina, Brasil, Chile, México y Perú. Con la curaduría de la realizadora Agustina Comedi habrá una sección por el 10° aniversario dedicada al cine ensayo realizado por mujeres, proyecciones con intervenciones musicales y performáticas, videoinstalaciones, presentaciones de realidad inmersiva, focos, presentaciones de libros y mesas con directores. Todas las actividades se realizan con entrada libre y gratuita.

Una de las propuestas más interesantes de esta edición es el foco Brasil: Resiste, Persiste! Que cuenta con la curaduría de Claudio Marques. También de Brasil llegará Suely Rolnik filósofa, psicoanalista y curadora. En diálogo con ella se configuró el eje que atravesará todo el Festival: Imágenes para la insurrección.  Cine migrante busca observar el modo en que se reinstauran en el mundo gobiernos y discursos de odio hacia identidades y cuerpos diversos que persisten en sus existencias.


Leia mais em : http://bit.ly/2kgKRP0

Infancias Libres: “Quiero que el cuerpo travesti y trans esté en la escuela”

http://bit.ly/2lY5YWS


A revista Nodal - Argentina-nos brinda com uma matéria para todos refletirmos e agirmos.É preciso respeito, dignidade ao sujeito, seja que corpo tenha.O corpo é o que conduz o sujeito no espaço e apresenta-o ao mundo. Infância é coisa seríssima para deixarmos ao leo. Todos precisamos ouvir, apoiar e sobretudo AGIR.

Leiam abaixo


Argentina | Gabriela Mansilla, fundadora de la Asociación Civil Infancias Libres: “Quiero que el cuerpo travesti y trans esté en la escuela”
Por Mariana Carbajal
“Quiero que el cuerpo travesti y trans esté en la escuela”, dice Gabriela Mansilla, y subraya al hablar cada palabra, como si las fuera marcando con resaltador fluorescente. Pronuncia con énfasis para reclamar la actualización de los contenidos de la educación sexual integral para que se incluya la transgeneridad. Gabriela es la mamá de Luana, la primera niña trans en obtener en el país, a los 6 años, su DNI con la identidad femenina autopercibida, una historia que reveló en 2013 Página/12 y dio la vuelta al mundo (https://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-225462-2013-07-28.html ). Desde entonces, Gabriela emprendió una enorme lucha por infancias trans libres de violencias y discriminación y se convirtió en referente para decenas de familias que enfrentan el mismo desafío que le tocó a ella: acompañar a una hija o hijo que empieza a manifestar su disconformidad con el género asignado al nacer. En los dos años y medio que tiene la Asociación Civil Infancias Libres –que ella fundó– acompañó a más de un centenar de madres y padres –sobre todo madres, incluso de Chile y de Ecuador– con las mismas preguntas y miedos que tuvo ella cuando uno de sus hijos mellizos le empezó a decir, a los 2 años, “yo nena, yo princesa”. Luana ya tiene 12 años, termina en diciembre la escuela primaria y decidió, después de evaluar pros y contras, que no quiere someterse a tratamientos hormonales para bloquear el desarrollo puberal masculino que se manifestará pronto en su cuerpo: “Yo voy a ser como mi tía Susy Shock”, le dijo a su madre. El año próximo cambia de colegio e ingresará al secundario y Gabriela busca que la comunidad educativa esté preparada para convivir en el aula con una adolescente trans travesti. En una extensa entrevista con Página/12 cuenta sus temores y sus dudas, pero sobre todo exige educación para que les pibes trans sean respetados en las escuelas. Y advierte que durante la gestión macrista se desmantelaron políticas públicas que favorecían la igualdad de género. “Fue un saqueo de derechos”, describe y se esperanza con el cambio de presidente.
Este lunes, Gabriela presentó en la Legislatura bonaerense, junto a diputadxs y senadorxs del Frente de Todos, un relevamiento en base a entrevistas a madres, padres y responsables de cien niñeces trans de 4 a 17 años, que acompañó en el último año. “No son casos aislados. Si yo sola acompañé a tantos, al menos debe de haber el triple en todo el país”, calcula Gabriela. Un 46 por ciento empezó a manifestar su disconformidad con el género asignado al nacer cuando tenían entre 1 y 4 años; un 31 por ciento, entre los 5 y los 8 años. Los síntomas de ese malestar, las reacciones de su núclero familiar, el periplo ante profesionales de la salud para entender qué les pasaba, los conflicto para aceptar la experiencia de su hijx, sus deseos de modificar la corporalidad, las respuestas y obstáculos que encontraron en el ámbito escolar, son algunos de los ejes que se indagan en el primer informe de este tipo en la Argentina (ver aparte).
Su libro “Yo nena, yo princesa”, https://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-246481-2014-05-18.html , que empezó a escribir en 2011 en cuadernos espiralados, y publicó en 2014, contando sus vivencias en el acompañamiento a Luana, llegó a lugares inimaginables. Ya fue traducido al italiano. Gabriela recorre el país dando charlas para concientizar sobre infancias trans y a la vez impulsa en la Cámara de Diputados y en la Legislatura bonaerense un proyecto para que un día al año se hable del tema en las aulas.
–¿Cómo está Luana?
–Lu está por entrar a la secundaria el año que viene, ya tiene 12 años. Está muy concentrada en esta percepción de su identidad travesti. Ya está dejando de lado esa idea de ser una nena trans para darse cuenta de que hay un tercer lugar. Luana me pidió una mitad. Me dijo: ¿Hay una mitad para mí? Y esa mitad tiene que ver con no ser varón, obviamente, pero tampoco no ser mujer. Esa mitad tiene que ver con esa tercera baldosa simbólica donde lo trans y lo travesti no está reconocido en la sociedad ni tampoco va a estar reconocido en su escuela nueva. Ella rechazó a principio de año por propia voluntad los tratamientos de bloqueo de la pubertad. Me dijo claramente que si empezaba con inyecciones todos los meses “mamá, no voy a ser yo y yo soy trans”. Van a desarrollarse en ella los caracteres secundarios esperables para una persona trans, la nuez, la barba, la contextura física, por su alto nivel de testosterona como tienen todas las chicas trans/travestis. Por ahora va a atravesar la pubertad así, lo más saludable posible porque investigando, averiguando, nos enteramos –y es importante que se sepa–, que los bloqueos de la pubertad en menores de edad traen consecuencias en el sistema de salud como descasificación en los huesos, reducción del tamaño de los genitales, y en la altura, unos diez centímetros menos crecería, puede provocar posibles cefaleas, nauseas, erupciones en la piel. No quiere decir que le pueda ocurrir a todos los chicos que siguen este tipo de tratamiento. Pero hay una presión social de que se parezcas a ese estereotipo, ya que es nena y tiene DNI como nena. Esto hace que las familias y las mismas personas menores de edad trans quieran evitar el desarrollo puberal.
–¿Cómo se informaron al respecto?
–Hablé con endocrinólogos y endocrinólogas. La mayoría de las adolescencias que transitan por Infancias Libres concurrieron a profesionales con sus padres y madres y les dijeron lo mismo. Pensar que se le va a detener el crecimiento de los genitales a Luana a los 12 años de edad y a los 16 va a tener los de una niña de 12 no tienen sentido. ¿Y su futura sexualidad en qué va a quedar? ¿En pos de qué y para qué? ¿Para quiénes ella tiene que transformar su cuerpo? Y esta nena, con 11 años, a principios de año, evaluando los pro y los contra, tuvo que tomar esta decisión. Elegir entre un cuerpo saludable o uno que va a seguir teniendo una expectativa de vida de 35 años, como tiene la población trans por más que sea esta nueva generación acompañada por su familia. A los varoncitos trans se le corta la menstruación a los 9 o 10 años. ¿Eso es saludable? Yo respeto a cualquier persona trans que decide intervenir su cuerpo porque entiendo que es víctima de un sistema que oprime y obliga a cumplir con estereotipos pero las mamás y papás ¿sabemos las consecuencias de que a un nenito trans se le suspenda la menstruación hasta que sea mayor de edad y decida aplicarse terapias de reemplazo hormonal, porque se supone que un varón no menstrúa? Pero el cuerpo va a pasar factura a largo plazo. Luana me sorprendió, me emocionó, lloré mientras me decía: “Mamá, no llores porque yo voy a poder…. Yo voy a ser como mi tía Susy Shock”.(http://bit.ly/2lY5YWS)

...e mais toda matéria em _http://bit.ly/2lY5YWS

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Entrevista exclusiva do presidente Lula à Revista Fórum

UNIVERSIDADES FEDERAIS SALVEMOS- Dias 2 e 3 de Outubro a educação vai paralisar no Brasil com passeatas e atos nas universidades.






O descaso, a retaliação e destruição das Universidades no Brasil é crime de lesa-pátria.
Nenhum país sério , forte  sustenta-se sem uma educação superior. Dela dependem infinitos resultados entre os mais visíveis: a Ciência, a tecnologia, o conhecimento como todo.Saber é ter ciência com profundidade e argumentos.É sustentarte-se  como sujeito.É saber ser e fazer, como nos lembrou o mestre Libâneo.

É perverso, assassino matar, destruir as Universidades Federais  do Brasil.É tirar nossa soberania e fazer dependermos  de outras .Qualquer campo do saber exige pesquisa séria.As universidades Privadas não querem isto, querem o capital, apenas, deste modo como sempre eu afirmei:o Capital muitas vezes - e na maioria, é incompatível com o  conhecimento. Sem conhecimento especializado, que é  que eles querem eles terão a mão de obra escrava, ou um exército industrial-obreiro de reserva, coisa que está acontecendo já no país.

Não estudei em escolas nem universidades privadas , assim desde o antigo ginásio ao doutoramento, todas foram públicas.Trabalhei por mais de 30 anos em Universidades desde as publicas até as privadas conheço as privadas e tenho sensibilidade comparativa .As privadas menosprezam o aluno professor , são mesquinhas ignorantes, para se falar claro.A perversão é prioridade- ou seja o lucro.A pesquisa é inútil para eles.Eles possuem  a mais de baixa ou nula qualidade.Afora  isto, destaque-se como  tratam os professores , pesquisadores é de modo  criminoso, conheço de cátedra. Apenas ressalvo dessas privadas algumas confessionais- como a PUC.

As multinacionais que ja tomaram conta do país adestram os alunos ao capital, e de forma brutal insípida.Briguei, lutei, fui difamado e demitido.Não há aulas mas um padrão de um beabá a ser seguido para efeito do exame do ENADE, nada mais.
Detalhe, observemos rankings das melhores universidades de topo  no Brasil, as particulares não aparecem.
Aparecem as nossas Federais e as Estaduais.
Recomendo voltem a ler artigo aqui postado com comentários meus- 

A escola não pode ser uma empresa porque a lógica da educação não é a do mercado


http://bit.ly/2Z7JRz1

Ou vamos as ruas ou nos matamos na ignorância e na barbárie!
Todos nas ruas ! Paulo Vasconcelos


CHAMADA DA UNE 
Dias 2 e 3 de Outubro a educação vai paralisar no Brasil com passeatas e atos nas universidades. Confira a nota de convocação do setor:
MANTER UNIVERSIDADES E INSTITUTOS FEDERAIS MOBILIZADOS PRA DEFENDER A EDUCAÇÃO E A CIÊNCIA E TECNOLOGIA – GREVE GERAL DIAS 2 E 3 DE OUTUBRO
Desde maio desse ano a educação e a ciência têm sido os principais setores a se mobilizar contra Bolsonaro, justamente por também serem os principais alvos de ataques desse governo. Os cortes de verbas nas áreas, atingem o sistema do ensino básico à pós-graduação. Colocam em risco o funcionamento de centenas de campi de universidades, institutos federais, institutos de pesquisa e laboratórios de programas de pós graduação. Ameaçam paralisar a ciência brasileira com o corte das bolsas, mas principalmente, com a diminuição do orçamento previsto na PLOA 2020. Nele a CAPES tem previsão de apenas metade do seu orçamento atual e o CNPQ previsão de corte em 87% do orçamento para investimento em pesquisa. Um cenário alarmante!
O governo Bolsonaro nos elegeu como inimigos e por isso a educação tem sofrido vários ataques desde o começo do ano, motivos para lutar não faltam, destacamos além dos cortes de verbas da educação, o programa Future-se que nada mais é do que um mecanismo de privatização da rede federal de educação e a militarização das escolas que consiste em uma verdadeira ditadura que Bolsonaro quer aplicar na educação.
Mas nossas lutas não têm sido em vão. Levamos milhões de pessoas às ruas no mês de Maio, fizemos um grande ato em Brasília durante o congresso da UNE em Julho e nos mantivemos mobilizados com o 13 de agosto e o 7 de setembro. Mesmo diante da insistência de Bolsonaro em manter suas políticas de ajuste fiscal atacando os investimentos em educação e ciência pública, a mobilização precisa continuar.
É importante destacar que é papel também das nossas lutas impedir que esses ataques se aprofundem, pois a sanha do governo é de retirar ainda mais direitos. Vale lembrar que foi com a contribuição imensa da nossa pressão que o governo tem visto sua reprovação crescer e apoios políticos pulando fora do barco. Além disso, mesmo que parcialmente, é importante reafirmar o recuo do MEC ao devolver mais de 3 mil bolsas da CAPES. Além dos ataques à educação e ciência e tecnologia, a sanha do governo se demonstra no desmonte da previdência pública, no ataque a autonomia universitária desrespeitando os processos de consulta pública, das instituições para eleição de seus dirigentes, além de grave ataque a instituições públicas e ao meio ambiente. Uma verdadeira regressão social.
Tudo isso demonstra que o nosso percurso, mesmo que não seja tão breve, precisa estar permeado de mobilizações contínuas e de uma universidade viva e forte. Ainda temos centenas de milhares de estudantes, pós-graduandos, professores e trabalhadores nas universidades, nas salas de aulas e nas pesquisas a serem convencidos e que poderão estar ao nosso lado nessa luta¸ contra os cortes de verbas e o FUTURE-SE .
Assim como ainda temos também a tarefa fundamental de conquistar a maioria da população para a defesa da nossa educação e ciência, enfrentando a máquina de mentiras, agressões e ofensas coordenada pelo bolsonarismo para atentar contra a imagem de nossas universidades, institutos federais e escolas.
Precisamos criar um amplo movimento de defesa da educação e da ciência e tecnologia, que mobilize permanentemente todos esses setores, criando atividades que possam relacionar universitários, pós-graduandos e secundaristas, levando a universidade às escolas e as escolas às universidades. Articular a bandeira da defesa da liberdade de pensamento e expressão com a luta contra a censura, aproximando artistas para construção de festivais universitários e cientistas para exposições de caráter científico a toda população. Além de outras ações e atividades que aproximem a educação e a ciência cada vez mais da sociedade, afinal educação não se vende, se defende!
É nesse sentido que convocamos a todos e todas  convoca a juntos fazerem uma Greve Geral da Educação nos dias 2 e 3 de Outubro, organizando passeatas, mas também brigadas da comunidade acadêmica que possam dialogar com a sociedade sobre as dificuldades que a universidade pública e os institutos federais e CEFET enfrentam , atividades fora dos muros das instituições e que possam agregar a sociedade em geral. Assim devemos continuar mobilizados adiante para defender a educação e a ciência brasileira voltada para o desenvolvimento nacional e a justiça social.

A destruição das Universidades Federais do Brasil

EnClave Política: Conversamos con Rafael Bonifaz y Hugo Carrión INTERNET SEGURIDAD

GREVE GLOBAL PELO CLIMA - MEIO AMBIENTE AMANHÃ 20.09.19 16HS MASP

Mobilize-se agora











Amanhã, centenas de crianças tomarão as ruas fazendo parte da maior ação climática de jovens da história - e milhares de membros da Avaaz assinaram para se juntar a eles em São Paulo!

Vai ser incrível - nossas cidades serão inundadas com crianças marchando lado a lado com seus pais, estudantes, professores e colegas, porque todos nós sentimos que este é O MOMENTO para agirmos - por nosso planeta e o nosso futuro. Então, vamos juntos!

Quando: sexta-feira, 20 de setembro, 16 horas.
Onde: Em frente ao MASP, Av. Paulista, 1578 - São Paulo.

Não esqueça de trazer amigos e familiares -- encaminhe esse e-mail para eles e os convide no evento do Facebook clicando aqui.

Mal podemos esperar para ver vocês todos nas ruas amanhã!

Entrevista con Jorge Gestoso: Dilma Rousseff

Brasil: solicitan nueva investigación por asesinato de Marielle Franco

GREVE NA ARGENTINA POR MORTE DE PROFESSORAS.



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TELESUR nos fornece matéria sobre nossa irmã Argentina convulsionada no abismo em que agora se encontra- são tragédias: da fome, educação, inflação e miséria absoluta entre os obreiros -trabalhadores.Agora assassinatos de professores.O Brasil inquieto mas diante dos fatos, breve, quiça seremos uma Argentina, hoje já em treino ferrenho com o desmando do governo e seus duelos que nos expõe ao ridículo, a fome e a crise educacional



Convocan a paro nacional por muerte de docentes en Argentina

http://bit.ly/2lYtWRN

La jornada contará con la participación de organizaciones obreras y estudiantiles que expresaron su solidaridad ante el deceso de las dos maestras y las exigencias de docentes al Gobierno Nacional. 

La Confederación de Trabajadores de la Educación (CTERA) de Argentina, informó este miércoles que convocan a un paro nacional y a una jornada de luto, luego de que dos maestras fallecieran en un accidente automovilístico cuando regresaban de una manifestación en Rawson, provincia de Chubut.
“Llamamos a una jornada nacional de duelo en todo el país y mañana un paro nacional exigiendo al gobierno nacional y provincial la solución urgente del conflicto que está viviendo Chubut”, afirmó la secretaria general de Ctera, Sonia Alesso.Las fallecidas corresponden a los nombres de Jorgelina Ruiz Díaz y Maria Cristina Aguilar, además, en el marco de la manifestación resultaron lesionadas tres profesoras, quienes volvían a la ciudad de Comodoro Rivadavia, situada al centro de la Patagonia argentina.

TRAIDOR - MANIPULADOR Temer reconoce por primera vez “golpe” de Estado contra Rousseff


El espresidente brasileño Michel Temer (2016-2018) durante un acto, junto a la expresidenta Dilma Rousseff (2011-2016).

Tosco, cínico, de verborrágico juridiquês inútil  fala Temer com o teatro montado da Tv Pública-  Roda Viva, que já morreu-TV Cultura foi terrível fracasso.Jornalistas se prestam  a um papel de cúmplice do entrevistado , da direção do programa  e que tem, por cima de tudo, uma apresentadora sem qualificações devidas,  e com performances artimanhosas ensaiadas nos bastidores do estúdio.
ABAIXO MATÉRIA HISPANTV- http://bit.ly/2moXtEw 


Temer reconoce por primera vez “golpe” de Estado contra Rousseff

El expresidente de Brasil Michel Temer reconoce que la destitución de Rousseff fue “golpe” de Estado, lo que ha generado polémica en el país y revuelo en las redes.
“La gente decía: ‘Temer es un conspirador golpista’ y suponían que yo había apoyado el golpe. A diferencia de eso, nunca apoyé ni me comprometí con el golpe”, aseguró el expresidente de Brasil Michel Temer (2016-2018) acerca de la destitución de su antecesora Dilma Rousseff (2011-2016) durante una entrevista en el programa “Roda Viva” de la televisión pública, transmitida la noche del lunes.

Estas declaraciones de Temer sobre el juicio político o ‘impeachment’ contra Rousseff por presuntas irregularidades fiscales, que resultó en su destitución en el 2016, causó el martes gran repercusión en Brasil y ya es uno de los asuntos más comentados en las redes sociales del país.

Si el expresidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), añadió Temer, hubiese sido nombrado ministro de la Casa Civil de Rousseff en el 2015, el ‘impeachment’ no habría ocurrido. “Él (Lula) tenía buenos contactos con el Congreso”, precisó Temer.Roussef, por su parte, no tardó en reaccionar a las declaraciones de Temer y lo hizo a través de Twitter en la misma jornada.
 “Admitió que sufrí un golpe de Estado y dicen que si Lula hubiese estado en mi gobierno no hubiese habido el impeachment”, criticó para luego afirmar que al exmandatario se le había olvidado señalar que el golpe del 2016 “fue para enmarcar a Brasil en el neoliberalismo”.

Tras la destitución de la exmandataria, que se llevó a cabo sin presentar ninguna evidencia que la vinculara con casos de corrupción o crímenes de responsabilidad, Temer, tres veces presidente de la Cámara de Diputados y quien en la época se desempeñó como su vicepresidente, asumió la Presidencia de Brasil en agosto del 2016.
Temer, quien este año fue detenido en dos ocasiones por corrupción tras dejar el poder el 1 de enero de 2019, después de la victoria de Jair Bolsonaro, se distanció completamente del Partido de los Trabajadores (PT), formación dirigida por Lula da Silva, quien acusa, a su vez, al expresidente de “golpista”

Dialeto Nordestino - Uma resposta ao preconceito.

Artista plástico do Recife é destaque no New York Times -D.PE


Samuel d'Saboia fotografado por Philippe Vogelenzang. Foto: The New York Times/Reprodução
Samuel d'Saboia fotografado por Philippe Vogelenzang. Foto: The New York Times/Reprodução -http://bit.ly/2kQHdM3


Do  Totó ,bairro ,surgiu e foi se lambuzando pelo Recife Centro. Derramou-se pelo instagram, pintou ,vendeu para vir aos EUA, como sempre, mas antes passou por sampa, daí aconteceu, também para não variar.O fato é que o jovem um talentão taludo mostra a cara dos bacuraus que não se engasgam com o mesmo carvão que começou a desenhar.
Eis o homem.O Diário de Pernambuco tem lhe dado justo destaque em seu caderno -VIVER -que sobrevive bem, há décadas.



PressReader



Leia abaixo matéria :


O artista plástico recifense Samuel de Saboia, 21 anos, foi destaque em uma reportagem do jornal norte-americano The New York Times,

.Por: Emannuel Bento - Diario de Pernambuco
http://bit.ly/2kQHdM3

Natural do Totó, periferia da Zona Oeste, o pintor aparece como um dos nomes que integram a primeira edição da revista Samba Zine, criada por Juliano Cobetta na cidade de São Paulo. No texto, o repórter Nick Remsen afirma que a publicação é uma "fantasia para dias sombrios no Brasil".
"Jair Bolsonaro lançou uma sombra nos nove meses desde que assumiu o cargo: aumentou o desmatamento, usar a retórica polarizadora e parece promover a homofobia e a transfobia", diz o texto. O ator bissexual Pedro Alves e a cantora transgênero Liniker também são citados na matéria.
Em suas telas, Samuel trabalha com a estética do Afropresentismo, que usa de traços abstratos para redefinir a representação do negro na arte e reivindicar avanços para essa população na atualidade. Ele começou seus primeiros trabalhos artísticos com 14 anos. Mais tarde, ganhou na internet, sobretudo no Instagram (@samueldesaboia). Desde 2016, ele tem realizado exposições em cidades como Nova York e Paris.
Em julho de 2018, o Diario de Pernambuco foi o primeiro jornal de grande circulação a entrevistar o jovem.
"Como é incrível o chegar e quão é incrível a caminhada, sem mais ou mas, ambas permanecem intactas com suas próprias belezas, potências, sustos e transformações", escreveu Samuel, em publicação no Instagram para divulgar a matéria. "Faz um certo tempo que o menino do Totó saiu do Totó, mas o Totó é base, é playground de ideias, de sonhos e conquistas. Origens das mais cabreiras às mais pomposas são apenas origens se não fizermos algo com elas, se assim como alquimistas não transformamos em ouro".
"Cada oportunidade é uma porta dourada com um mundo inteiro que só entrando se descobre, tenho sido guiado em prol de algo maior e na base de tudo quero sempre carregar essa sensação boa de se sentir agradecido, pela luz, pelas bençãos, pela sorte e por poder passar por tudo sem esquecer da onde vim mas nunca permitir que isso seja fator limitante de onde vou chegar", continua o jovem. "Hoje cheguei no NY Times graças a um sonhador (Juliano) que tem feito esforços imensuráveis para reviver a cena editorial brasileira e sim, seguimos vivas, vivos, vives e respirando. Brasil é potência, em todos os fatores e no momento que nos apossarmos disso veremos enfim o quão capazes somos de mudar o mundo".
MAIS SOBRE A SAMBA ZINE

A Samba Zine é produzida por fotógrafos, estilistas, maquiadores e profissionais LGBTs. A revista será lançada no final de setembro com 200 páginas, sendo publicada duas vezes por ano. Inicialmente, virá com uma colaboração de calçados e camisetas com a marca brasileira Fiever.
Leia mais outra matéria em : http://bit.ly/2mj4Ehj 

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

BRASIL NA MÍDIA INTERNACIONAL-CASO LULA -CNDH


La primera entrevista de Lula con un medio argentino 15/09/19

Relações Obscenas - As Revelações do Intercept BR



Angela Carrato-com o ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão e Eliara Santana  




Angela Carrato - UFMG- é uma dessas bravas jornalistas que não foge ao fogo como  um Bacurau...rsss
Breve teremos uma entrevista com ela aqui.
Hoje- terça-feira, o motivo é o lançamento do livro -Relações Obscenas - As Revelações do Intercept BR   -lançado  em BH.
Parabéns Angela e aos demais coautores!


APROVEITO E RECOMENDO A OBRA!



Segue seu texto -do facebook ( de Angela).

A jornalista e pesquisadora, Eliara Santana, e eu -ANGELA CARRATO-com o ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, durante o lançamento, agora a pouco, do livro Relações Obscenas - As Revelações do Intercept BR, que tem artigo assinado por nos e pelo jornalista Luiz Carlos Azenha, do portal Viomundo.
Nosso artigo, intitulado "A diabólica parceria entre a Globo e o juiz do Paraná", mostra como o Jornal Nacional/TV Globo transformou uma farsa em "maior operação de combate à corrupção no Brasil".

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Aproveito e disponho texto publicado pela Revista Exclusive -http://bit.ly/2mncaba

"O Instituto Defesa da Classe Trabalhadora (Declatra/MG) e a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia – Núcleo Minas Gerais lançam nesta terça-feira, 17 de setembro, às 18:30, na Faculdade de Direito da UFMG, o livro Relações Obscenas, as revelações do The Intercept/BR, coordenados por Wilson Ramos Filho, Maria Inês Nassif, Hugo Cavalcanti Melo Filho e Mírian Gonçalves.
Os mais de sessenta autores analisam as revelações contidas no The Intercept e abordam as relações entre Ministério Público Federal, Poder Judiciário e integrantes da extrema direita brasileira. Uma das coordenadoras da publicação, Maria Inês Nassif destaca o ditado popular para representar o atual cenário no país: “aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei”. Para ela, a lei varia a depender do objetivo político de quem a executa.
“A subversão institucional, o desapego às garantias democráticas, o poder de coação policial e política, os interesses em jogo, o grau de destruição do país e de seu povo, o desprezo à soberania nacional e a total ausência de humanidade são elementos que retratam a história brasileira atualmente”, conclui.
São coautores da obra, os mineiros: Eliara Santana (jornalista e doutoranda em Estudos Linguísticos); Ângela Carrato (professora do Departamento de Comunicação Social da UFMG); Isabela Corby (pesquisadora da Linha História, Poder e Liberdade da Faculdade de Direito e Ciências do Estado pela UFMG); Alexandre Bahia (professor-adjunto do Departamento de Direito da Universidade Federal de Ouro Preto e do IBMEC-BH); Marcelo Cattoni (professor titular da Faculdade de Direito da UFMG); Eder Bonfim Rodrigues (professor universitário e membro do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional); Leonardo Isaac Yarochewsky (mestre e doutor em Direito pela UFMG)."


El Frasco, medios sin cura: Lo que los medios ocultan del 11-S y otros a...

terça-feira, 17 de setembro de 2019

LA CENSURA EN LA ERA BOLSONARO

Fábio Pannunzio (Arrepende-se do apoio ao Golpe)


A inveja de colegas e o corporativismo Universitário Conservador

Facebook Dra.Mara Telles

Capturas do Face-Profa.Dra.Mara Telles-UFMG
Estamos com você Mara!
E ainda se fala que se quer uma universidade aberta junto com a comunidade e entrando na mídia!
Desabafa no facebook...

Amigos:
Soube há pouco que o meu Processo Administrativo de Dedicação Exclusiva - PAD - finalizou.
Fui julgada por denúncias anônimas na Ouvidoria da UFMG e por outras assinadas por colegas que me acusavam por questões morais e por supostamente ter violado a Dedicação Exclusiva - isto é - por ter fraudado as minhas funções como professora.
Nos anos de 2018 - 2019, período das denúncias e processos, orientei defesas de teses de mestrado.
Finalizei com êxito teses de doutorado.
Temas inovadores como partidos espanhóis, PSOL, institucionalização de partidos na América Latina: emergência da extrema-direita.
Publiquei artigos em periódico Qualis.
Artigo na Alemanha, sobre financiamento de campanha com grupo da UFGRS.
Fiz pareceres para revistas de ponta na Ciência Política e afins. Foi difícil recusar e aceitar.
Organizei dezenas de mesas redondas em associações nacionais e internacionais.
Coordenei instituições e congressos internacionais.
Palestras e conferências no exterior e no Brasil.
Missão eleitoral na Índia.
Muito avião em classe econômica.
Coordenei, como Diretora, a Associação Brasileira de Ciência Política - Regional Sudeste da ABCP.
Fiz pesquisa sobre a Direita; survey e censos com politilogos. Paguei do meu bolso.
Foram na ABCP - Sudeste mesas, milhares de e-mails para integrar a Ciência Política.
Livro inteiro sobre os Mais Médicos; capítulos sobre a Lava Jato; a extrema-direita; sobre a crise política brasileira.
Coordenei Especialização e ministrei cursos.
Estive em bancas de mestrado, doutorado e qualificação.
Ministrei aulas na graduação e na pós - graduação.
Nunca faltei a elas.
E, participei como cidadã de dezenas de atividades: ruas, rádios, Tv.
Ah, e candidata à deputada somente para defender a ciência, a universidade e LGBT’s. Não ganhei nada: queria levar visibilidade a excluídos.
Fali!
Mas, fui denunciada na Ouvidoria da UFMG por discriminação racial, por grupos de esquerda.
Fui denunciada também por grupos de extrema-direita da “Escola sem partido” por ter proposto um seminário sobre representação e sub- representação de negros, mulheres e indígenas.
Respondi a todas as denúncias.
Trabalhei como um camelo; me defendo como uma Aia.
Mas, chegaram sobre minha pessoa denúncias por participar do BBB.
A academia não me perdoou. Fui considerada culpada.
Na minha ficha-cadastral passa a constar “violação de Dedicação Exclusiva”.
A partir de hoje sou alguém violadora.
Tudo isso é muito triste.
Tudo isso me faz desistir.
Adoeci. Digam Amém.
E me deixem em paz.
ps: continuo andando de ônibus e devendo à CEF.